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Apelo à luta por melhor justiça social.

O cristão é pacífico e não explode. Ele não é simplesmente pacifista porque é capaz de combater.

(Paulo VI, 1968)
Em frente, soldados cristãos
Marchando como guerreiros,
Com a cruz de Jesus
Avançando na vanguarda
...
Os fundos infernos tremem
Sob os sonoros louvores.
Irmãos, levantai Vossa voz,
Cantai alto os santos hinos

Mas vinde sem ilusões. Aquele que vos chama é Cristo. O pobre mensageiro que aqui se Vos dirige é apenas um destroço, salvo pela Sua Graça admirável.

... As armas do cristão - 10Finalmente, tornai-vos fortes no Senhor e na sua força poderosa.

11Revesti-vos da armadura de Deus, para terdes a capacidade de vos manterdes de pé contra as maquinações do diabo. 12Porque não é contra os seres humanos que temos de lutar, mas contra os Principados, as Autoridades, os Dominadores deste mundo de trevas, e contra os espíritos do mal que estão nos céus. 13Por isso, tomai a armadura de Deus, para que tenhais a capacidade de resistir no dia mau e, depois de tudo terdes feito, de vos manterdes firmes. ...”

A emigração e os falsos números do desemprego em Portugal.

Mais uma das muitas "engenheirices" impostoras deste governo de p.s. (patranhas suasivas).

economia ao fundo

Tese:

Entre 2005 e 2007, isto é, durante a presente legislatura ps (pseudonímia socialista), terão emigrado para o estrangeiro cerca de 300 mil portugueses à procura de emprego, o que representa um enorme acréscimo aos 440 mil desempregados registados pelos dados estatísticos oficiais no último trimestre de 2007.

Só esta correcção aos dados oficiais, que outras há e sempre para valores mais elevados, o número de desempregados no final de 2007 seria de 740 mil num total de 5, 188 milhões de pessoas empregadas (segundo o INE), o que representa aproximadamente 14,3% da população activa presente.

Se os mesmos cálculos forem efectuados com os números corrigidos de desempregados presentes no país em 2007, que se aproximam dos 589 mil, então teremos um número total de portugueses não empregados em Portugal de 889 mil, o que representa aproximadamente 17, 1% da população activa presente.

Argumentação:

A obtenção de dados sobre a emigração portuguesa tornou-se muito difícil desde 2003, altura em que o INE deixou de recolher dados sobre o assunto. Porquê?

“... Mafalda Durão Ferreira, ex-subdirectora-geral dos Assuntos Parlamentares, afirma que a inexistência de números reais sobre a emigração «alivia as estatísticas do desemprego». ...” (O Emigrante/Mundo Português, Portugal continua a ser um país de emigrantes, 18 Março de 2008)

A única hipótese seria recolher dados nos países de acolhimento, tarefa quase impossível para um cidadão comum. Contudo, com alguma paciência e persistência conseguem obter-se alguns números indicativos para suporte de uma estimativa bastante plausível.

1. As principais estimativas são coerentes e apontam o número 100 mil por ano:

“... Existem estimativas de que partem anualmente entre 80 mil e 100 mil portugueses, mesmo que o façam temporariamente, o que representa 75,2% dos que emigraram em 2003, segundo o Instituto Nacional de Estatística ...” (Diário de Notícias, Portugal continua a ser um país de emigração, Céu Neves, 9 de Agosto de 2006)

“... Desceu o número de trabalhadores a descontar para a Segurança Social. Segundo os últimos dados do Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, em Outubro do último ano (2006) estavam inscritas como pessoas singulares na Segurança Social com remuneração declarada e contribuições pagas 3.418.701. Um valor que representa uma queda de mais de cem mil pessoas face a Janeiro do mesmo ano (2006) quando estavam inscritas 3.526.180 pessoas. ...” (In Verbis – Revista Digital de Justiça e Sociedade, Menos 100 mil a descontar, 25-Fev-2007)

2. Dados parcelares suportam as estimativas principais:

“... «Todos os anos, 25 mil portugueses vão para França trabalhar», uma situação que é o «reflexo da crise e da falta de perspectivas» de quem vive em Portugal, considerou o dirigente da OCPM (Obra Católica Portuguesa das Migrações) ...” (Portugal Diário, França: 25 mil portugueses emigram por ano, 22-01-2008)

“... o Ministério do Trabalho espanhol já indica 101 818 portugueses em Dezembro de 2007, ou seja, mais 25% do que no ano anterior. ...” (Diário de Notícias, Portugal continua a ser um país de emigração, Céu Neves, 9 de Agosto de 2006)

“... só nos principais países de destino europeu, a percentagem de emigrantes aumentou 52,6% entre 2000 e 2006, de 419 047 para 639 612, revela o Relatório Internacional sobre Migrações de 2007 da OCDE ...“ (idem)

Algumas conclusões preliminares possíveis:

- Estes dados apontam para uma variação negativa na criação real de emprego em Portugal no triénio 2005-2007. Exactamente o oposto do que prometia o candidato José Sousa (vulgo Sócrates), agora primeiro-ministro, nisto como em todas as promessas que fez então.

- Estes dados, conjugados com os dados da ANPME sobre o encerramento de empresas, configuram um cenário de retracção económica brutal no triénio 2005-2007, com as gravíssimas consequências sociais que ainda agora apenas começam a ser expostas.

- O simples cálculo do PIL (Produto Interno Líquido) - um índice muito mais próximo da realidade económica, por tomar em conta a depreciação do capital - em 2007 mostra com toda a clareza a perigosa recessão económica do país, já muito próxima da depressão, dado que o crescimento do PIB (produto Interno Bruto) em 1,9% foi inferior ao da Inflação, que atingiu 2,5%.

- Esta situação vem a agravar-se fortemente em 2008 (o crescimento do PIB agora previsto em apenas 1,7% e a Inflação a situar-se nos 3,5%, na realidade 5% nos valores corrigidos) com o governo a fingir que está tudo bem, demonstrando a mais completa incapacidade de tomar quaisquer medidas de fomento e controle da economia.

- Este governo ps (pseudo-socialista) e a União Europeia com a qual está comprometido até à promiscuidade não servem os interesses dos portugueses, nem os de Portugal. Os ingleses, os dinamarqueses, os irlandeses e especialmente os Suíços sabem há muito tempo que a União Europeia, tal como está gizada, não serve os seus interesses nacionais - e não me venham cá com a desculpa da livre circulação de pessoas, bens e capitais, que isso nunca precisou de normas federativas para existir.

à beira do abismo

A culpa sempre é dos professores!

Eis a prova definitiva que ainda faltava.

"... os perigos do sol parecem não assustar os jovens portugueses entre os 16 e os 24 anos. A julgar pelos dados de um inquérito realizado no ano passado nas praias nacionais, 70% dos inquiridos dessa faixa etária ignoram os riscos e permanecem nos areais quando o sol aperta, ou seja, entre as 12h00 e as 16h00. Mas há mais. São também estes os que menos têm por hábito usar o protector solar. ..." (Destak, Portugueses desprezam perigos de exposição solar, Carla Mendes, 12-05-2008)

Os professores não conseguem sequer tornar os jovens suficientemente inteligentes para preservarem a sua saúde. Um enorme falhanço educativo!

Professores avaliados, já, e rua com todos os que não são capazes de tornar os jovens pessoas inteligentes.

a culpa

Domingo de Pentecostes.

O Espírito de Deus é o Espírito do Amor.

O Jardim no Deserto associa-se ao Comadres Compadres & Companhia na divulgação do apelo pela Rafaela. Para além de todas as referências que constam do blogue amigo, deixa-se aqui o Testemunho de Tânia Cordeiro - mãe da Rafaela, publicado no semanário O Regional do dia 6 de Março de 2008.

Boas melhoras Rafaela. Coragem Tânia!

Vai uma "Cuba Libre"?

(mais) Uma história de Coragem e blogues.

O interessante blogue Sanpadjud chama a atenção para as prepotências do aparelho de Estado cubano sobre a autora do blogue Generation Y*, a cubana Yoani Sánchez.

"A autora do blogue “Generación Y”, Yoani Sánchez, não conseguiu autorização para sair de Cuba.
Yoani Sánchez que não é jornalista reside em Havana e foi galardoada com o prémio Ortega y Gasset de Jornalismo na categoria “Jornalismo digital” prémio que lhe seria entregue hoje em Madrid mas Raúl Castro não lhe deu autorização para sair do país.
O blog fala do quotidiano de Cuba, lança muitas interrogações sobre a situação política e social vivida no país e por diversas vezes a censura cubana já bloqueou os acessos. ..." (Ler tudo)

Urge (también para nosotros) encontrar "... alternativas ao capitalismo diante do colapso da experiência socialista ...".

A história da Yoani resumida em espanhol e em inglês:

A questão da "compressão" da liberdade de expressão - em especial aquela que é portadora de verdades incómodas - pelas Utopias do pós-socialismo dava uma belíssima tese também por cá, pelas terras Do Portugal Profundo... em altura de Páscoa e de Domingo.

*De notar a finta irónica da autora à censura quando explica a quem se dirige o blogue (Geração Y): Generación Y es un Blog inspirado en gente como yo, con nombres que comienzan o contienen una "y griega".

A União Europeia ajuda Cabo Verde?

Cuidado: os negócios com a UE são sempre mefistofélicos.

Cabo Verde

"... A União Europeia (UE) vai financiar dois projectos de desenvolvimento agrícola em bacias hidrográficas das ilhas de Santo Antão, Fogo e Brava, orçado em mais de um milhão de euros. ..."
(Agro Notícias, Cabo Verde: UE financia projectos de desenvolvimento agrícola no arquipélago, 04-04-2008, via sítio da AJAP)

Posto assim, parece tudo muito bem. Existem, no entanto, duas pérolas da sabedoria popular portuguesa que gostaria de deixar aqui registadas:

1. Esmola que soa não é boa;

2. Entre cem projectos de um rico, há noventa e nove para o tornar mais rico.

É que o discurso dos verdadeiramente bem intencionados não é contraditório, como este:

"... «A posição geográfica estratégica de Cabo Verde é muito importante para a UE», salientou (o representante da União Europeia em Cabo Verde, Josep Coll) ..."

"... Josep Coll, considera que «no futuro imediato é difícil» que o arquipélago possa ter junto da Europa um tratamento idêntico ao dado às regiões ultraperiféricas como os Açores, Madeira ou Canárias. ..."
(Sol, Regiões Ultraperiféricas: Difícil que Cabo Verde tenha esse estatuto, diz Josep Coll, representante da UE, Lusa/SOL, 18 MAR 08)

"Pela 1ª vez na história", sócrates dixit

Há notícias que parecem ter sido propositadamente redigidas para demonstrar isto:

estupidez

Senão vejamos:

"Portugal vendeu, no ano passado, «pela 1ª vez na história», mais tecnologia do que importou, consequência da «aposta estratégica» feita há três anos nas energias renováveis.O anúncio foi feito pelo primeiro-ministro, José Sócrates, ..." (Portugalmail Notícias, Portugal regista aumento de venda de tecnologia, 5 Maio, 2008 - 15:45)

De notar o extremo cuidado do jornalista em colocar entre aspas os exactos dizeres do declarante e de escrever história com letra minúscula, numa notável tentativa de minorar a demonstração de ignorância.

Faça-se, ainda assim, a pergunta: Qual história? A da Carochinha ou a do Pinóquio?

Um bocadinho de cultura daria muito jeito a algumas pessoas. Ou, na sua falta, um bocadinho de humildade, que é coisa que fica sempre bem a qualquer um.

Contudo, o dislate não se fina por aqui. Vejamos a continuação:

"... José Sócrates salientou tratar-se de mais um exemplo de como «as multinacionais estão satisfeitas com a economia e com a capacidade dos portugueses». ..." (Portugalmail Notícias, Portugal regista aumento de venda de tecnologia, 5 Maio, 2008 - 15:45)

As multinacionais? Mas que grande... socialista! Talvez mesmo filho dum grande... pós-socialismo!

Em tua honra, Mãe (In honour of you, Mother).

Porque continuas a vir até mim nos meus tempos de inquietação (Because you keep coming to me in my times of trouble).

Ministra da Educação fora de prazo.

Já não há paciência para tanta demagogia, tanta falsidade.

ministra caducada

Ou, como diz o povo na sua deseducada crueza: já não há pachorra para tanta aldrabice!

1º andamento - A sr.a ministra mete-se a fazer contas:

"... «Se o Estado gasta por ano três mil euros com um aluno, quando ele repete vai custar seis mil no ano seguinte» ..." (Público, Chumbos no básico e secundário custam mais de 600 milhões de euros por ano, 30.04.2008 - 09h04, Isabel Leiria)

Como a sr.a ministra não fez o trabalho de casa - dando um péssimo exemplo à população escolar -, não sabia os verdadeiros números do custo unitário por aluno e ano no ensino não superior. Felizmente, o eficientíssimo pessoal do Correio da Manhã leu tudo o que a sr.a ministra devia ter lido (e mais) e chegou brilhante conclusão abaixo transcrita.

"... cruzando os dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) e do Gabinete de Estatística do ME, chega-se a um total de 743 milhões de euros anuais. Isto porque, segundo o relatório ‘Education at a Glance 2007’, da OCDE, cada aluno do Ensino Não Superior custa, em Portugal, cinco mil euros ao ano. Segundo o ME, em 2006/2007 estavam matriculados no ensino público 1 168 307 alunos: 950 473 no Básico e 217 834 no Secundário. ..." (Correio da Manhã, 743 milhões em chumbos, 30 Abril 2008 - 10h00, Edgar Nascimento / Lusa)

Cálculos simplistas, simplórios ou "simplex"? Incompleta e tendenciosa formulação do problema, com omissão (ou viciamento) de premissas. Para terem um mínimo de correcção, os cálculos terão que incluir o custo (mesmo que estimado) da entrada de um indivíduo não preparado no mundo do trabalho.

Quanto custa ao Estado e à Sociedade um incapacitado precoce, em consequência de, por exemplo, não ter sido capaz de compreender pela leitura as simples regras de segurança afixadas no seu local de trabalho?

Quanto custa ao País a pré-formação que as Empresas têm que fazer, por exemplo, aos novos operadores de caixa por causa da sua ignorância do simples cálculo aritmético?

Quanto custa a todos a todos os portugueses a ignorância, a incapacidade, a incompetência, o desemprego, o desajustamento social e as (re)formações apressadas do IEFP?

2º andamento - a sr.a ministra tende a dizer necedades:

"... «Os sistemas de ensino moderno tentaram substituir um sistema chamado "chumbo" por outros instrumentos chamados "mais trabalho". É isso que precisamos de fazer nas nossas escolas: substituir este instrumento que não tem um objectivo de recuperação» ..." (Público, Chumbos no básico e secundário custam mais de 600 milhões de euros por ano, 30.04.2008 - 09h04, Isabel Leiria)

Quais são os "sistemas de ensino moderno" a que se refere? A que orientação psico-didáctica se refere a ministra? Os "sistemas" que as escolas usam actualmente não são suficientemente modernos?

Mais trabalho para quem? Então esta "eminente pedagoga", esta "excelsa didacta" não saberá que o ensino tem como condição primeira o desejo de aprender. Nem os cães aprendem forçados. Bastaria, aliás, ver vossência o exemplo próprio de quem nada aprendeu nos últimos três anos (pelo menos).

O que significa a palavra "chumbo"? Não progressão para o nível seguinte de aprendizagem por falta de competência? A acérrima defensora das "Novas Oportunidades" não admite que um(a) jovem possa ter (tão somente) outra oportunidade? Vossência, que percebe(??) tão bem os alunos, não saberá que eles aceitam e compreendem a necessidade de permanecer num determinado nível de um jogo electrónico, por não ter atingido a pontuação (o "score", dizem eles) necessário para passar ao nível seguinte? E também compreendem (muito bem) que quem faz batota (eles dizem "cheats") não pode ser considerado vencedor nem capaz para competir.

3º andamento - o da saída inteligente:

Saber quando sair de uma determinada situação é um sinal de inteligência. Tomar a iniciativa é apanágio dos fortes. Não se esqueça que tem um belo par de patins à sua espera, mais cedo ou mais tarde...

Solidariedade em dia de luta MayDay.

Apelo à acção, campanha Trabalho Decente Vida Decente - Call to action, campaign Decent Life Decent Work.

 

Sobre este assunto espreitem o excelente postal da am.ma, Acerca do trabalho precário, no blogue A Imagem da Paisagem e não deixem de participar. A luta não acaba no final da parada Mayday. A luta continua enquanto persistir a injusta exploração, a minha e a do meu semelhante, através do mundo, do tempo e das gerações.

Aquilo porque devemos lutar é muito maior do que cada um de nós, maior do que os movimentos a que cada um pertence (Ferve, Precários Inflexíveis, ABIC, Lisboa em Alerta, ...), maior do que as manifestações MayDay que vão ter lugar hoje em várias cidades da Europa.

Aquilo porque temos de lutar tem vários nomes: Vida, Dignidade, Esperança, Paz e Justiça Social.

A paz é muito mais do que a ausência da guerra. Ao partir para a luta faço-me acompanhar por dois pensamentos de S. Tomás de Aquino: "O bem universal triunfa sobre todo o bem particular" e "Aquele que procura o bem comum da multidão procura por consequência o seu próprio bem".

Entrada do texto da petição Decent Work Decent Life:

Apesar do desenvolvimento económico mundial, a maior parte da população não vê qualquer melhoria nas suas vidas.
A par do desemprego aberto significativo, há muita gente subempregada ou que não é paga pelo trabalho executado. Metade dos trabalhadores no mundo ganha menos de 2 dólares por dia, 12,3 milhões de mulheres e homens trabalham em regime de escravidão, 200 milhões de crianças com menos de 15 anos trabalham em vez de irem à escola, 2,2 milhões de pessoas morrem anualmente devido a acidentes e doenças relacionados com o trabalho. Tanto nos países desenvolvidos, como nos países em vias de desenvolvimento, as pessoas trabalham mais por menos dinheiro e há cada vez mais pessoas – cuja esmagadora maioria são mulheres – forçadas a viverem na chamada economia informal, sem protecção social nem direitos e com empregos precários. Entretanto, as empresas utilizam a ameaça da externalização para reduzir os salários, e o “jogo de forças” pelos direitos, como o direito à negociação colectiva e à greve. Os sindicalistas que combatem estas tendências são despedidos, ameaçados, presos e mesmo mortos.
Só um sistema internacional baseado na solidariedade e no respeito pelos direitos das pessoas, como o prevêem as convenções das Nações Unidas e da Organização Internacional do Trabalho (OIT), pode pôr termo a estas tendências. Apelamos aos nossos governos que assinem estas convenções, as implementem urgentemente e coloquem o trabalho decente no centro das suas decisões políticas.