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Os palhaços somos nós.

O primeiro-ministro condenou hoje a divulgação das escutas no âmbito do caso "Face Oculta" divulgadas pelo semanário "Sol", classificando-a como um “acto criminoso e ilegal” não só “contra a privacidade” mas também “contra a justiça”. (...)
(Sócrates condena “acto criminoso e ilegal” de divulgação das escutas, 09.02.2010, Maria Lopes e Romana Borja-Santos, Público)
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Socrates palhaçada
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Aditamento:
(...) Sócrates, que nos últimos cinco anos usou todas as técnicas de condicionamento, digamos, tradicionais (mas não necessariamente legítimas) da imprensa, parece ter desejado executar no caso TVI algo infinitamente mais perturbador para o que é normal numa democracia. Uma aliança entre políticos, banqueiros e capitalistas amigos que lhe permitisse resolver o problema TVI, Manuela Moura Guedes e José Eduardo Moniz da única maneira indestrutível: pelo poder do dinheiro. Quando não se consegue calar quem nos incomoda por vias indirectas, só resta uma solução final: tornarmo-nos donos dela. O dinheiro fala e o dinheiro cala. (...)
(A cor do dinheiro, 09/02/2010, Pedro Lomba, Público)

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Vocês não são pobres, gastam é muito mal o vosso dinheiro.

Tirando dos pobres para dar aos ricos

“Estava há dias a falar com um amigo meu nova-iorquino que conhece bem Portugal.
Dizia-lhe eu à boa maneira do “coitadinho” português:
Sabes, nós os portugueses somos pobres …
Esta foi a sua resposta:
Como podes tu dizer que sois pobres, quando sois capazes de pagar por um litro de gasolina, mais do triplo do que pago eu?
Quando vos dais ao luxo de pagar tarifas de electricidade e de telemóvel 80% mais caras do que nos custam a nós nos EUA?
Como podes tu dizer que sois pobres quando pagais comissões bancárias por serviços e cartas de crédito ao triplo que nós pagamos EUA? Ou quando podem pagar por um carro que a mim me custa 12.000 US Dólares (8.320 EUROS) e vocês pagam mais de 20.000 EUROS, pelo mesmo carro? Podem dar mais de 11.640 EUROS de presente ao vosso governo do que nós ao nosso.
Nós é que somos pobres: por exemplo em New York o Governo Estatal, tendo em conta a precária situação financeira dos seus habitantes cobra somente 2% de IVA, mais 4% que é o imposto Federal, isto é 6%, nada comparado com os 20% dos ricos que vivem em Portugal. E contentes com estes 20%, pagais ainda impostos municipais.
Além disso, são vocês que têm ” impostos de luxo” como são os impostos na gasolina e gás, álcool, cigarros, cerveja, vinhos etc, que faz com que esses produtos cheguem em certos casos até certos a 300% do valor original., e outros como imposto sobre a renda, impostos nos salários, impostos sobre automóveis novos, sobre bens pessoais, sobre bens das empresas, de circulação automóvel.
Um Banco privado vai à falência e vocês que não têm nada com isso pagam, outro, uma espécie de casino, o vosso Banco Privado quebra, e vocês protegem-no com o dinheiro que enviam para o Estado. E vocês pagam ao vosso Governador do Banco de Portugal, um vencimento anual que é quase 3 vezes mais que o do Governador do Banco Federal dos EUA…
Um país que é capaz de cobrar o Imposto sobre Ganhos por adiantado e Bens pessoais mediante retenções, necessariamente tem de nadar na abundância, porque considera que os negócios da nação e de todos os seus habitantes sempre terão ganhos apesar dos assaltos, do saque fiscal, da corrupção dos seus governantes e autarcas. Um país capaz de pagar salários irreais aos seus funcionários de estado e da iniciativa privada.
Os pobres somos nós, os que vivemos nos USA e que não pagamos impostos sobre a renda se ganhamos menos de 3.000 dólares ao mês por pessoa, isto é mais ou menos os vossos 2.080 €uros. Vocês podem pagar impostos do lixo, sobre o consumo da água, do gás e electricidade. Aí pagam segurança privada nos Bancos, urbanizações, municipais, enquanto nós como somos pobres nos conformamos com a segurança pública.
Vocês enviam os filhos para colégios privados, enquanto nós aqui nos EUA as escolas públicas emprestam os livros aos nossos filhos prevendo que não os podemos comprar.
Vocês não são pobres, gastam é muito mal o vosso dinheiro.
Vocês, portugueses ou são uns estúpidos ou uns mansos.”

Copiado daqui:
Psicótic Coiso disse
8 Fevereiro, 2010 às 1:12 am

Todos pela Liberdade.

TODOS PELA LIBERDADE, CONCENTRAÇÃO À FRENTE DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA – 11 DE FEVEREIRO, ÀS 13H30

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Todos pela Liberdade - Manifesto
Clique na imagem para abrir a página do Manifesto/Petição
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Aditamento (23:47):
José Sócrates não tem condições para ser primeiro-ministro
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Anedotas que se contam por aí.

Laugh/Rir

.RAVE vende TGV português a Obama e Putin

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.Autarcas portugueses pedem demissão de Almunia 

Um rascunho para o sr. Silva.

Livro - Direito Português da CorrupçãoPor todas as razões tornadas públicas aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui, entre muitíssimas outras.

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Portugueses,
(...)
Tomei a decisão que vos anuncio em coerência com as minhas posições de sempre e tendo em conta a avaliação que faço do interesse nacional. É uma avaliação que, de acordo com a Constituição, é da exclusiva competência do Presidente da República, que a efectua em consciência e livremente, assumindo a responsabilidade dela apenas perante os portugueses.
(...)
Decidi nesse sentido porque a maioria parlamentar me garantiu poder gerar um novo governo estável, consistente e credível, que cumprisse o programa apresentado para a legislatura e fosse capaz de merecer a confiança do País e de mobilizar os portugueses para vencer os desafios inadiáveis que enfrentamos.
(...)
Acresce que, no discurso que fiz no momento em que empossei o Governo, reafirmei o que havia dito, sublinhando: “A conjuntura nacional, bem como o delicado contexto internacional, impõem ao Governo uma particular lucidez nas políticas e um rigor na gestão governativa, tal como aconselham a realizar obra consistente e estruturante na solução dos problemas.”
Nesse mesmo discurso, preveni: “O Presidente da República tem que dedicar uma atenção extrema à transparência, equidade e imparcialidade no exercício do poder e à prevenção dos abusos”.
Entretanto, desde a posse do (...) Governo Constitucional, e depois de lhe ter assegurado todas as condições necessárias para o desempenho da sua missão, o País assistiu a uma série de episódios que ensombrou decisivamente a credibilidade do Governo e a sua capacidade para enfrentar a crise que o País vive.
Refiro-me a sucessivos incidentes e declarações, contradições e descoordenações que contribuíram para o desprestígio do Governo, dos seus membros e das instituições, em geral. Dispenso-me de os mencionar um a um, pois são do conhecimento do País.
A sucessão negativa desses acontecimentos impôs uma avaliação de conjunto, e não apenas de cada acontecimento isoladamente. Foi essa sucessão que criou uma grave crise de credibilidade do Governo, que surgira como um Governo sucedâneo do anterior, e relativamente ao qual, por conseguinte, as exigências de credibilidade se mostravam especialmente relevantes, e, como tal, tinham sido aceites pelo Primeiro Ministro. Aliás, por diversas vezes e por formas diferentes, dei sinais do meu descontentamento com o que se estava a passar.
A persistência e mesmo o agravamento desta situação inviabilizou as indispensáveis garantias de recuperação da normalidade e tornou claro que a instabilidade ameaçava continuar, com sério dano para as instituições e para o País, que não pode perder mais tempo nem adiar reformas.
Criou-se uma instabilidade substancial que acentuou a crise na relação de confiança entre o Estado e a sociedade, com efeitos negativos na posição portuguesa face aos grandes desafios da Europa, no combate pelo crescimento e pela competitividade da economia, na solidez e prestígio das instituições democráticas.
A insustentável situação a que se chegou – e que certos comportamentos e reacções dos últimos dias só têm contribuído para confirmar – mostra que as tendências de crise e instabilidade se revelaram mais fortes que o Governo e a maioria parlamentar, que se tornaram incapazes de as conter e inverter. Neste quadro, que revelou um padrão de comportamento sem qualquer sinal de mudança ou possibilidade de regeneração, entendi que a manutenção em funções do Governo significaria a manutenção da instabilidade e da inconsistência.
(...)

Portugueses,
É em situações como a que vivemos ultimamente que as características do nosso regime ganham relevo e consequência. Que fique claro: o Presidente da República não prescinde nem compromete nunca, nem moral e politicamente o poderia fazer, o exercício dos poderes que a Constituição lhe atribui.
(...)
Em democracia, não há situações sem saída, por mais difíceis que sejam.
(...)
Vem aí, espero, um tempo de debate, de confronto de ideias, de elevação e exigência democráticas.

Afinal, para o bem de todos nós.

...

Notas: O texto fictício acima é uma transcrição parcial da comunicação ao país em 10 de Dezembro de 2004 pelo (então) presidente da república Jorge Sampaio.
Os sublinhados são todos do transcritor.
A ideia de recorrer a este discurso é do Impertinente.
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O provérbio inglês.

Two wrongs don't make a right.

Socrates furioso

Cavaco furioso

Coisas perigosas que se dizem por aí.

Liberdade do pensamento

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“Precisamos de renunciar a uma pequena parte da nossa liberdade para termos toda a liberdade”

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Coisas espantosas que se escrevem por aí.

Espanto .

Os mercados financeiros contaminam a política.

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Eu hei-de aliviar-vos.

O jugo do Senhor - 28«Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, que Eu hei-de aliviar-vos. 29Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração e encontrareis descanso para o vosso espírito. 30Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.» (Mateus 11)

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Mais promessas do 1º ministro...

Conselho de Estado confrontado com demissão iminente de Sócrates
(por Ana Sá Lopes, Publicado em 03 de Fevereiro de 2010, no i)