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Categoria: CORRUPÇÃO

Os donos de Portugal e o neo-corporativismo PSS.

zedeportugal 16/11/2009 @ 12:20

(PSS - pseudo-socialista "socratino")

Feitores

Ricardo Salgado elogia supervisão de Constâncio
(António José Gouveia, 03 MAI 08, Sol)

Ricardo Salgado elogia política de grandes obras públicas
(Redacção/RPV, 2009/04/16, Agência Financeira)

O presidente do Banco Espírito Santo (BES) elogiou hoje publicamente o actual ministro das Finanças, Teixeira dos Santos. ...
("Teixeira dos Santos é dos melhores ministros que Portugal teve", Eudora Ribeiro e Maria Ana Barroso, 27/10/09, Negócios)

... o tráfico de influências subterrâneo, competência na qual Ricardo Salgado é deveras um mestre. De facto, o «capital relacional» do BES é o principal activo do Grupo. Com efeito, passado ano e meio, o Grupo BES passou de vilão (lembram-se dos sobreiros e da Operação Furacão?) a salvador da pátria face aos interesses espanhóis. Aliás, quem andasse com atenção na conversa nos cafés e dos comentários nas tabacarias, notava que a mensagem propalada pelos meios de comunicação social e do PS «profundo» era esta: «Era só o que faltava o Belmiro tornar-se dono do país!». Mal o povão sabe que é o Ricardo Salgado um dos maiores donos de Portugal, com coutadas montadas em que tudo quanto representa poder no país. ...
... sem um mercado com concorrência à séria, não há empreendedorismo livre que grasse e lance raízes profundas. Não há justiça social, porque as oportunidades de criação de valor não são meritocraticamente distribuídas. Não há justiça social no capital humano, porque a escassez destas oportunidades não cria mercados eficientes no aproveitamento do talento. O complexo neo-corporativo dos grupos económicos salazarentos que utiliza o Estado a seu favor para colmatar as suas ineficiências de gestão e a fraca capacidade de criação de valor é o último reduto da luta para a geração de um Portugal mais justo e liberal na distribuição das oportunidades económicas. ...

(Neo-corporativismo ou a asfixia da competitividade, Ruben Eiras, Março 13, 2007, blog Teoria da Suspiração)

 

Coisas que vêm à memória a propósito do processo 'Face Oculta'.

zedeportugal 12/11/2009 @ 16:36

Acima da Suspeita - capa de livroA democracia é o único sistema que permite destituir pacificamente, pela simples vontade dos eleitores, um bandido revelado no exercício do poder. Mas também é o único sistema que permite, com o voto consciente dos eleitores, elevar ou manter no poder um bandido consagrado.
(Miguel Sousa Tavares no jornal Público, em 5 de Março de 2004)

Nota: O que M. S. Tavares não diz é que se refere a esta espécie de democracia representativa que tem lugar em Portugal. Mas há outra forma de democracia que dificulta muito a corrupção política e permite aos cidadãos pedir contas aos políticos corruptos, bem como aos mentirosos e incumpridores.

Aditamento, em 15 de Novembro de 2009 (só agora descobri que esta crónica estava publicada on-line):

Cronologia de um golpe
Por Pedro Lomba

A grande corporação bancária em Portugal.

zedeportugal 01/11/2009 @ 04:06

Me engana que eu gostoImaginem que firmam um contrato de prestação de serviços que estabelece determinadas condições e custos correspondentes. Imaginem que passado algum tempo, a parte contratada decide, unilateralmente, mudar as condições e os custos dessa prestação de serviços. Imaginem que, para além disso, a parte contratada não vos avisa dessa mudança. Imaginem, finalmente, que concederam à parte contratada acesso a cobrança directa na vossa conta bancária do custo dos tais serviços contratados e ela o faz sem vos avisar antes, sem vos enviar qualquer factura ou nota de cobrança, pelo que vocês só sabem o montante cobrado... depois da cobrança.

Isto é possível? Não só é possível, como – pelos vistos – parece ser completamente legal.

Como muitos já terão percebido (por experiência própria) fala-se aqui da actividade bancária, apenas na sua vertente mais simples da guarda do vosso dinheiro – cujo uso e usufruto fica, na maior parte dos casos, completamente e discricionariamente à disposição do guardador, o banco.

Imaginem, para cúmulo, que se a vossa conta estiver sem ser movimentada há muito tempo e não dispuser do montante necessário para cobrir os tais custos acrescidos (de que não foram avisados), a parte contratada cobra-se a si mesma e transforma, sem vos avisar, esse montante em débito (dívida) e começa a cobrar  o que muito bem entende (de juros) sobre esse débito.

E isso, é possível? Espantosamente, tudo leva a crer que sim.

E não reclamou o indígena? Claro, por várias vezes.

1º reclamação, 22 de Outubro de 2008, resposta do BdP em 19 de Dezembro de 2008:

Na sequência da reclamação de V. Exa. e do procedimento previsto pelo Decreto-Lei n.º 156/2005, de 15 de Setembro, foi-nos comunicado pela instituição de crédito que se encontra esclarecido e resolvido com V. Exa. o assunto que deu origem à referida reclamação.

Com esta comunicação fica encerrada a intervenção do Banco de Portugal no processo de reclamação.

2ª reclamação, 14 de Janeiro de 2009, resposta do BdP em  8 de Abril de 2009:

Na sequência da reclamação de V. Exa. e do procedimento previsto pelo Decreto-Lei n.º 156/2005, de 15 de Setembro, foi-nos comunicado pela instituição de crédito que se encontra esclarecido e resolvido com V. Exa. o assunto que deu origem à referida reclamação.

Com esta comunicação fica encerrada a intervenção do Banco de Portugal no processo de reclamação.

(Não, não é engano: é igualzinha à anterior. Será uma minuta?)

3ª reclamação, 28 de Agosto de 2009, resposta do BdP em 15 de Setembro de 2009:

... analisada a matéria objecto da reclamação e ouvida a entidade reclamada, de acordo com o procedimento previsto no Decreto-Lei n.º 156/2005, de 15 de Setembro, não foram colhidos indícios de que a mesma entidade tenha violado normas específicas da actividade das instituições de crédito ou quaisquer outros elementos que justifiquem a actuação do Banco de Portugal.

Com esta comunicação fica concluído o processo de reclamação iniciado por V. Exa..

Eis as respostas que o Banco de Portugal dá ao cidadão queixoso, ao contribuinte que o sustenta: “foi-nos comunicado pela instituição de crédito que se encontra esclarecido e resolvido o assunto” (uma mentira) ou “ouvida a entidade reclamada, ..., não foram colhidos indícios de que a mesma entidade tenha violado norma específicas” (colhidos indícios?!).

Ainda bem que estes senhores muito bem pagos lá estão a zelar denodadamente pelos interesses dos portugueses (se não de todos, pelo menos de alguns de grande qualidade):

BdP abre inquérito a Armando Vara, diz imprensa

Banco de Portugal averigua mas não pode suspender

 

A democracia está oficialmente morta na União Europeia.

zedeportugal 04/10/2009 @ 21:22
Democracy R.I.P.O primeiro-ministro Brian Cowen deu crédito aos irlandeses por terem escolhido "permanecer no coração da Europa".
...
O desemprego é hoje de 12,6 por cento e 400 mil irlandeses estão inscritos nos centros de emprego. Talvez por isso não seja fácil encontrar festejos longe do Castelo de Dublin. Jackie, cabeleireira de 42 anos, está à espera do autocarro para regressar a casa depois de uma volta de sábado à tarde pelo centro das ruas pedonais e das lojas. Ainda não conhecia os resultados, mas fica aliviada. "Votei "sim" por causa da situação em que estamos. Pensei que era mais seguro."

(Vitória esmagadora do "sim" recebida com alívio numa Irlanda em crise, 03.10.2009, Sofia Lorena (Dublin), Público)
.
A Europa vive agora numa Plutocracia Moderna.
(o artigo na Wikipedia em português é muito mau; se puder, leia-o em inglês)
.
Os esforços de Raymond Crotty (para assegurar a consulta popular sobre alterações à Constuição irlandesa) foram em vão:
(…) More than 20 years ago the late Raymond Crotty won a case against the Irish Government which meant any EU rules that impacted on Ireland’s constitution must be approved by the people.
Mary Crotty said her father’s win has resulted in less than four million Irish people voting on behalf of half a billion Europeans on the Lisbon Treaty. (…)

(Daughter of referendum case winner urges ‘No’ vote, 30/09/2009, IOL News/Ireland On-Line)
.
Numa primeira impressão, os vencedores deste referendo foram estes:
(…) Two multinationals - Ryanair and Intel - are spending huge sums on the campaign to encourage a Yes vote. (…) Between them, Ryanair and Intel have contributed €700,000 to the Yes campaign, and huge contributions from Europe are also pouring in. (…)
(Euro federalists bully us and buy our vote, 27 September 2009, by Tom McGurk, Irish Post)
.
Mas se pensarmos mais cuidadosamente, podemos encontrar os verdadeiros vencedores desta votação:
(…) our consistent message is that Europeans must pool their efforts and resources.  We cannot continue to conduct the business of defence in separate national boxes.  The money is just no longer there, even in the biggest national defence budgets. (…)
(European Defence Industry Must Break Out of "National Boxes", EDA Chief Executive Nick Witney says, 9th International Exhibition of Defence & Security Technologies, IDET 2007)
.

A Agência Europeia de Defesa (sigla: AED) é um organismo da União Europeia que visa ajudar a promover a coerência em lugar da fragmentação na capacidade de defesa e segurança da Europa, inclusive no que diz respeito a armamentos e equipamento, investigação e operações.
(o artigo na Wikipedia em português é muito mau; se puder, leia-o em inglês)

(…) While European defence budgets remain fragmented and massive duplication in research and development exists, the European defence industry has made some moves towards consolidation. British Aerospace was widely expected to merge with Germany’s DASA to form the first major European defence giant. Instead in 1999 BAe merged with another British company, GEC’s defence businesses (GEC-Marconi), to form BAE Systems which has tended to focus on the Anglo-American market. As a result, in 2000, DASA merged with Aerospatiale-Matra to form EADS. Further consolidation of the smaller defence firms cannot be ruled out.
In 2002 the formation of MBDA brought together the product portfolios of Aerospatiale Matra Missiles (of EADS), Alenia Marconi Systems missiles, and Matra BAe Dynamics to form Europe’s No. 1 missile manufacturer and No. 2 globally after Raytheon.
Other major players include:
AgustaWestland
BAE Systems
EUFOR
Dassault Aviation
Diehl BGT Defence
Eurocopter
Eurofighter International
Finmeccanica
Krauss-Maffei
MBDA
Rheinmetall
Rolls-Royce
Saab Bofors Dynamics
Snecma
Thales
ThyssenKrupp Marine Systems

(European Union defence procurement, Wikipedia)

Para completar esta tragédia só faltavam mesmo as brilhantes afirmações a seguir transcritas:
(...) Igualmente extraordinário foi o comentário de José Sócrates – extraordinário e revelador: “Essa notícia é muito importante para nós portugueses, muito importante para a Europa e também muito importante para mim.” (...)
(Editorial: Depois dos álibis, a mais crua realidade, 04.10.2009, José Manuel Fernandes, Público)

Bem dizia Cícero:
Omnium malorum stultitia est mater atque materies.

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Este artigo foi publicado primeiro aqui (totalmente em inglês).

A TVI/Media Capital em troca de... ?

zedeportugal 05/09/2009 @ 16:16

Bend overConfesso que fiquei bastante confuso com a notícia da suspensão(?) do Jornal Nacional da TVI. E, também, não gosto de saltar para as conclusões (tradução literal da expressão inglesa jump to conclusions).

Por um lado, parecia-me improvável que o socialismo governante fosse tão estúpido ao ponto de forçar uma decisão destas, neste preciso momento – embora eu saiba, por experiência própria, que estas criaturas fizeram anteriormente coisas tanto ou mais maldosas e improváveis que esta, sem que alguém acreditasse que tal era possível.
.

Por outro lado, não conseguia perceber a lógica masoquista desta decisão da administração da TVI. A agravar esta confusão ainda, o jogo do empurra entre as administrações da TVI e da Prisa quanto à responsabilidade da decisão.

As empresas são organizações que se destinam a criar mais-valia, a dar lucro, pelo que não é compreensível que uma administração (qualquer administração) tome uma decisão que venha provocar um tão óbvio e imediato prejuízo à sua própria empresa. A não ser... que esse prejuízo imediato seja compensado com uma perspectiva (ou promessa) de ganho futuro. Assim já faria sentido.

Contudo, um percurso racional só faz sentido se partir de factos e não de suposições. Vejamos, então, alguns factos conhecidos:

-         A Prisa encontra-se numa difícil situação financeira, com uma dívida de 5 mil milhões de euros e a obrigação de pagar a curto prazo 1, 95 mil milhões de euros.

-         Por isso, no passado Junho a Prisa estava vendedora à PT de 30% da Media Capital – a empresa proprietária da TVI e cujo controle a Prisa detém desde o final de 2006 (mas o negócio não chegaria a realizar-se após as ameaças do próprio executivo socialista que vetaria a decisão dentro da administração da PT).

-         A Media Capital não vendeu uma única acção em bolsa durante vários dias, até ontem ter desvalorizado cerca de 15% após o anúncio da suspensão do Jornal Nacional.

-         No passado dia 5 de Agosto, José Eduardo Moniz sai subitamente da TVI e ocupa a vice-presidência da empresa Ongoing, a qual manifestou o seu interesse para adquirir os 30% da Media Capital que a Prisa pretende alienar, "mas o negócio está, para já, suspenso".

Perante estes factos, parece-me bastante claro que a Prisa está a por a Media Capital a jeito (perdoem-me o vernáculo, mas não há melhor forma de o dizer) para uma OPA. Aliás, tão a jeito, tão a jeito, que irá provavelmente obter uma Takeover (hostil or not).

As constatações finais são: alguém só se põe a jeito assim para outrem muito especial e ninguém se põe tão a jeito sem querer qualquer coisa em troca.

Este texto foi publicado primeiro aqui.

Bancos problemáticos*

zedeportugal 31/08/2009 @ 15:47
*A propósito do post de Ricardo Arroja com este título, no Portugal Contemporâneo.

.

O texto de RA termina com esta pergunta:

E em Portugal, como será que andam os nossos bancos?

Talvez se encontre alguma resposta nesta notícia da Exame Expresso:

Angola tentou comprar 49% do Banif
Acções foram compradas, mas o Estado angolano diz que nunca lhe foram entregues. E o dinheiro está em parte incerta.
Pedro Lima
20:20 Quarta-feira, 26 de Ago de 2009

logotipo banifBanif? Não é aquele do Roque e do Berardo? E, também tem qualquer coisa que tem que ver com tempestade... Não. Ciclone? Também não. Furacão? Sim, sim, é isso:

"Operação Furacão" apanha Joe Berardo e Horácio Roque
29.05.2008 - 08h42 António Arnaldo Mesquita, José Manuel Rocha
(no Público)

Já agora, há um outro banco a operar em Portugal (embora faça parte de um grupo espanhol) que comparo** ao Banif. Trata-se do logotipo banco popularBanco Popular Portugal S.A. -  na verdade, é a nova designação do Banco Nacional de Crédito Imobiliário -, que decidi transformar num case study durante este último ano e sobre o qual escreverei aqui mais, muito brevemente.

**Muito sucintamente, não colocaria as minhas poupanças em nenhum deles.

Os negócios do Estado socialista consigo mesmo.

zedeportugal 05/08/2009 @ 17:12

E quem paga, quem é?
É sempre o mesmo, é o Zé*

Corru_ps braga

A Câmara de Braga decidiu ontem, por inesperada unanimidade pré-eleitoral, exercer o direito de preferência para a compra do antigo Quartel da GNR, no Campo da Vinha, perante a intenção do Estado de o vender (a ele próprio, via Estamo) por 1,86 milhões de euros.
A deliberação segue-se à «intimação urgente» da Direcção-Geral do Tesouro, exigindo uma resposta no prazo de dez dias à edilidade, apesar de o contrato promessa de compra e venda do imóvel ter sido celebrado em Dezembro de 2008. Ou seja, só passados oito meses, o Estado acordou com a urgência da sua obrigação legal de informar a Câmara de Braga…
1

E quem ganha, minha gente?
A banca, como é evidente!

A decisão da maioria socialista é acompanhada pelos vereadores da coligação "Juntos por Braga", que desta vez defendem que o executivo deve recorrer a mais um empréstimo bancário para garantir a posse do imóvel, aumentando o endividamento municipal.2

E estes 240 mil?
Serão para algum edil?

Por sua vez, Mesquita Machado e os seus vereadores, para evitar mais uma polémica pré-eleitoral, passaram, de uma penada, um atestado de incompetência aos avaliadores municipais e sancionaram o negócio por mais 240 mil euros do que o valor que estes lhe atribuíram.1

---

*... povinho, uma malta que só faz falta para pagar impostos.

1A compra pré-eleitoral do Quartel da GNR…, José Carlos Lima, 01 Agosto 2009, blog Deste Lado.

2Câmara de Braga unânime na compra do quartel da GNR, Joaquim M. Fernandes, 31-07-2009, Diário do Minho.

Mais uma promessa do PSócrates.

zedeportugal 28/07/2009 @ 19:11

O socialista José Sócrates re-coloniza Angola 35 anos depois do socialista Mário Soares a descolonizar.

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...
Primeiro, é o partido socialista português a anunciar, sem muito pompa nem circunstância, que uma das suas bandeiras políticas para as eleições legislativas de Outubro é a proposta de criação efectiva do estatuto de cidadão lusófono. Dito por outras palavras, está a ser proposta a livre circulação de cidadãos provenientes dos e entre os países de língua oficial portuguesa (um acordo que já existe, curiosamente, entre Portugal e Brasil). Dizem as más línguas que isto acontece só agora por causa das filas de portugueses à porta da Embaixada de Angola em Lisboa a concorrer por um visto de entrada na nova meca africana, imagem que é preciso a todo custo evitar, afinal a ordem estabelecida não pode ser quebrada assim do pé para a mão.
...

Declaração Cafeana
Café fêtu por JB em 7/28/2009
no Café Margoso

Sendo largamente sabido que estes "ps-ociolistas" nunca dão ponto sem nó, o grupo (unitário) de cérebros do Jardim no Deserto reuniu-se em reflexão e descobriu a verdadeira razão desta súbita "boa vontade" dos governantes portugueses para com os países lusófonos:

O crescente número de portugueses em Angola, em 2008, tem paralelo com boom das remessas desses imigrantes para Portugal, que triplicaram nos últimos quatro anos, chegando a 70,9 milhões de euros, indicam dados do Banco de Portugal. ...
(Com boom, remessas de lusos em Angola triplica em 4 anos, 01 Apr 2009, AngoNotícias)

"...a esquerda perdoa o terror, desde que cometido em seu nome...", "...a direita esquece tudo, desde que os negócios floresçam..."
(BARRETO, António, Angola é Nossa, Artigo publicado no jornal português Público em 13/04/2008)

 

Capa, livro: Holocausto Angolano

clique na imagem para ler todo o artigo de A. Barreto
.
Nota de actualização: Um novo subtítulo foi acrescentado a este postal às 20:40.

O que escondem eles?

zedeportugal 22/07/2009 @ 23:36

Uma cena paradigmática das práticas e intenções desta gente.

 

Que escondem eles?

 

Agora, esqueçam-se e voltem a votar neles...

Filmes ainda esperados para este Verão. (2)

zedeportugal 17/07/2009 @ 01:07

Título em português: Os incorruptíveis contra esta droga.

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The Alcochete Connection

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Nota: Uma enorme endrómina que conglutina ministros e ex-ministros, aute letes e fri portes, novos aeroportos, novas pontes e linhas de tê-gê-vê, bancos de negócios, negócios de bancos e ofe chores, reais figurões e gentinha vulgar, industriais, comerciantes e afins, confederações e associações, lojas, agências e fundações... e, talvez mesmo (quiçá?), cavalos, anões e mulheres nuas. Uma co-produção luso-britânica que tem tido grandes problemas na montagem por causa do desaparecimento de partes importantes da película.

É que só não vê, quem não quiser mesmo ver: aqui, aqui, aqui e ainda aqui, aqui e aqui.