Os donos de Portugal e o neo-corporativismo PSS.
(PSS - pseudo-socialista "socratino")
Ricardo Salgado elogia supervisão de Constâncio
(António José Gouveia, 03 MAI 08, Sol)
Ricardo Salgado elogia política de grandes obras públicas
(Redacção/RPV, 2009/04/16, Agência Financeira)
O presidente do Banco Espírito Santo (BES) elogiou hoje publicamente o actual ministro das Finanças, Teixeira dos Santos. ...
("Teixeira dos Santos é dos melhores ministros que Portugal teve", Eudora Ribeiro e Maria Ana Barroso, 27/10/09, Negócios)
... o tráfico de influências subterrâneo, competência na qual Ricardo Salgado é deveras um mestre. De facto, o «capital relacional» do BES é o principal activo do Grupo. Com efeito, passado ano e meio, o Grupo BES passou de vilão (lembram-se dos sobreiros e da Operação Furacão?) a salvador da pátria face aos interesses espanhóis. Aliás, quem andasse com atenção na conversa nos cafés e dos comentários nas tabacarias, notava que a mensagem propalada pelos meios de comunicação social e do PS «profundo» era esta: «Era só o que faltava o Belmiro tornar-se dono do país!». Mal o povão sabe que é o Ricardo Salgado um dos maiores donos de Portugal, com coutadas montadas em que tudo quanto representa poder no país. ...
... sem um mercado com concorrência à séria, não há empreendedorismo livre que grasse e lance raízes profundas. Não há justiça social, porque as oportunidades de criação de valor não são meritocraticamente distribuídas. Não há justiça social no capital humano, porque a escassez destas oportunidades não cria mercados eficientes no aproveitamento do talento. O complexo neo-corporativo dos grupos económicos salazarentos que utiliza o Estado a seu favor para colmatar as suas ineficiências de gestão e a fraca capacidade de criação de valor é o último reduto da luta para a geração de um Portugal mais justo e liberal na distribuição das oportunidades económicas. ...
(Neo-corporativismo ou a asfixia da competitividade, Ruben Eiras, Março 13, 2007, blog Teoria da Suspiração)



Do Melhor
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Imaginem que firmam um contrato de prestação de serviços que estabelece determinadas condições e custos correspondentes. Imaginem que passado algum tempo, a parte contratada decide, unilateralmente, mudar as condições e os custos dessa prestação de serviços. Imaginem que, para além disso, a parte contratada não vos avisa dessa mudança. Imaginem, finalmente, que concederam à parte contratada acesso a cobrança directa na vossa conta bancária do custo dos tais serviços contratados e ela o faz sem vos avisar antes, sem vos enviar qualquer factura ou nota de cobrança, pelo que vocês só sabem o montante cobrado... depois da cobrança.

Confesso que fiquei bastante confuso com a notícia da suspensão(?) do Jornal Nacional da TVI. E, também, não gosto de saltar para as conclusões (tradução literal da expressão inglesa
Banif? Não é aquele do Roque e do Berardo? E, também tem qualquer coisa que tem que ver com tempestade... Não. Ciclone? Também não. Furacão? Sim, sim, é isso:
Banco Popular Portugal S.A. - na verdade, é 














