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Categoria: ECONOMIA (ENSINO)

EDP vai criar cerca de 5 mil postos de trabalho

zedeportugal 19/11/2009 @ 19:27
e investir, até 2012 e através da EDP Renováveis, mais 4 mil milhões de dólares (2,67 mil milhões de euros).
Mais ainda, por cada 100 megawatts (MW), serão criados mais 800 empregos indirectos.

(EDP investe mais 4 mil milhões até 2012 nos EUA, 18-11-2009, Portugal Diário)

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Boas notícias para os desempregados... nos Estados Unidos da América.

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EDP porreiro pá!

Explicação sucinta do Estado social socialista.

zedeportugal 14/11/2009 @ 03:55

Por Milton Friedman*.

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(Tradução/resumo)

Há quatro maneiras de gastar dinheiro:

1ª. Pode gastar o seu dinheiro consigo próprio. Quando faz isso toma muita atenção às suas escolhas e tenta tirar o máximo partido do seu dinheiro.

2ª. Pode também gastar o seu dinheiro com outra pessoa. Como, por exemplo, quando compra uma prenda de aniversário para alguém. Então, terá menos cuidado com o que escolhe e mais com o que gasta.

3ª. Pode ainda gastar o dinheiro de outra pessoa consigo mesmo. E, se assim fizer, então seguramente terá um excelente almoço!

4ª. Finalmente, pode gastar o dinheiro de outra pessoa com outras pessoas. E, se for esse o caso, não se preocupará com o que gasta nem com o que obtém.

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*Depois de amanhã, 16 de Novembro de 2009, terão passado exactamente três anos sobre a data do seu falecimento.

O vídeo e o seu resumo escrito (em inglês) foram encontrados aqui.

O optimismo socialista português começa a mostrar resultados...

zedeportugal 06/11/2009 @ 17:45

PatetaPortugal tem uma das taxas mais baixas de investimento directo estrangeiro, diz estudo da Ernst & Young
06/11/09, 07:24
OJE/Lusa

Imagem de Portugal junto de investidores internacionais piora em 2009, revela estudo
06/11/09, 07:34
OJE/Lusa

O pessimismo alemão também apresenta resultados!

Volte-face na venda da Opel escandaliza analistas alemães e provoca protestos dos trabalhadores
06/11/09, 07:19
OJE/Lusa

...
Fritz Henderson, director-geral da GM, mostrou-se hoje "confiante" no plano de financiamento de reestruturação da Opel, avaliado em três mil milhões de dólares (cerca de dois mil milhões de euros), acrescentando que o grupo tem recursos para reembolsar o empréstimo de 1,5 mil milhões de euros concedido pelo governo alemão, que quer reaver esse montante "até ao fim de Novembro".
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Os norte-americanos sabem muito bem que um dos melhores e mais seguros lugares para investir neste momento é precisamente a Alemanha, com o seu governo de coligação entre democratas cristãos e liberais e toda a sua força industrial agora renovada (purgada) e preparada.
A Alemanha vai ser o primeiro país da união europeia a livrar-se da recessão, e fá-lo-á com a sua Economia reforçada e mais pujante do que antes. Todas as medidas ditas anti-crise da UE tiveram exactamente essa finalidade: tornar a Alemanha a potência económica europeia dominante na emergência pós crise.
Isto, mais ou menos em simultâneo com a entrada em vigor da Constituição Federal para a União Europeia convenientemente disfarçada sob o nome fictício de Tratado de Lisboa... Mas que grande coincidência!
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Pareto e a saída do pântano económico em Portugal. (7)

zedeportugal 10/09/2009 @ 17:45

(continuação daqui)

Tudo o que descrevi no texto anterior é, não só perfeitamente exequível, mas também razoavelmente simples de concretizar. Respondendo às questões colocadas:

1ª. Se os senhores Professores Doutores portugueses não quiserem aproveitar a excelente oportunidade de fazer parte de um grupo de investigadores de excelência, não faltarão senhores Professores Doutores espanhóis que não desperdiçarão essa oportunidade.

2ª. Os investimentos são muito moderados, pois as estruturas de base já existem. Basta adaptá-las e equipá-las de forma faseada, à medida que os alunos e as valências forem progredindo e aumentando de número.

3ª. Existindo as estruturas, esta acção pode ser posta em prática muito rapidamente. Bastará um ano, se houver vontade política (e um ministro que não seja gago), para criar e aprovisionar com o essencial os novos cursos e departamentos nas universidades. Bastarão cinco anos para começarem a praticar os primeiros estagiários.

DiscriminaçãoMuito importante: Os novos cursos deverão ser de acesso universal ao contrário deste, aprovado por este governo – como não podia deixar de ser. Estas criaturas quase não fizeram outra coisa durante toda a legislatura: criar regimes de excepção e legislação de aplicação particular ou restrita, o que é gerador de grande injustiça e desigualdade entre os cidadãos.

Por outro lado, a fixação da nova população colonizadora (de anciãos) trar-lhe-á também outras vantagens, nada negligenciáveis. Há uma diminuição das despesas para quem habita em pequenas cidades, vilas e aldeias. Muitos produtos e serviços são efectivamente mais baratos. A vida será, eventualmente, um pouco mais rude, mas muitíssimo mais simples e saudável.

O problema é que quem pode continua a tomar decisões absolutamente opostas à boa Economia.

Já seguir darei um exemplo disto – e não são só os poderes públicos, como verão.

(continua)

Este texto foi publicado primeiro aqui.

Pareto e a saída do pântano económico em Portugal. (6)

zedeportugal 02/09/2009 @ 15:45

(continuação daqui)

Porque evita esta acção a criação de empregos subsidiados?

A resposta é óbvia: Porque gera verdadeiros empregos. Vejamos como.

Basta ter presentes duas ordens de conhecimentos:

1. A Teoria das Elites, de Pareto (é verdade, uma vez mais o Pareto).

2. As cidades portuguesas onde existam universidades e hospitais de dimensão supra-distrital.

A criação de Hospitais Universitários nas maiores cidades do interior deslocará para lá, imediatamente, uma elite e uma Seguidoresmão-de-obra inicial (digamos assim) – excelentes professores médicos e muitos estudantes.

De seguida, e em consequência, uma massa populacional essencialmente composta por reformados e pensionistas irá deslocar-se para essas cidades e fixar-se aí a pouco e pouco (comodidade), por causa da sua carência (necessidade) e aproveitando a oferta de qualidade (oportunidade).

Finalmente, tenha-se presente que a maioria das pessoas que constitui este último grupo populacional aufere um rendimento fixo e permanente que não depende (directamente) de um emprego.  Contudo, o efeito multiplicador de toda a estrutura de serviços criada e do somatório de todos estes rendimentos (ainda que individualmente pequenos) será enorme e criará muito rapidamente um amplo mercado de trabalho.

Antecipo as vossas perguntas: Mas, isto é exequível? Os senhores doutores quererão deslocar-se para fora dos grandes centros urbanos? Não serão necessários investimentos demasiado elevados? Não demora demasiado tempo a por uma coisa destas em andamento?

Leia já a seguir as respostas a todas estas perguntas.

(continua)

Pareto e a saída do pântano económico em Portugal. (5)

zedeportugal 29/08/2009 @ 15:42

(continuação daqui)

 

Serviço Nacional de Saúde

E a resposta certa é... maus cuidados de saúde.

Experimentem os governantes a investir na excelência da prestação de cuidados de saúde nas cidades do interior e verão que a parte (cada vez maior) da gente que deles precisa se deslocará para lá.

Como sabe se isso resultará, perguntam os meus leitores?

Claro que resulta! A experiência está feita. Descubram quantas pessoas se deslocam diariamente e se estabelecem por períodos mais ou menos longos na cidade de Coimbra, por causa dos Hospitais da Universidade e de toda a estrutura privada de prestação de cuidados de saúde criada na sua envolvente.

E, a parte mais interessante desta acção, é que não haverá necessidade dos governos andarem a criar falsos empregos subsidiados.

Veja já a seguir porquê.

(continua)

Este texto foi também publicado aqui.

Pareto e a saída do pântano económico em Portugal. (3)

zedeportugal 27/08/2009 @ 17:16

(continuação daqui)

Balança
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Antes de apresentar a solução terei, porém, que falar novamente de Pareto.
No caso presente, uma solução só o será de facto se a sua aplicação obedecer ao postulado do Óptimo (ou Eficiência) de Pareto:

Given a set of alternative allocations of, say, goods or income for a set of individuals, a change from one allocation to another that can make at least one individual better off without making any other individual worse off is called a Pareto improvement. An allocation is defined as Pareto efficient or Pareto optimal when no further Pareto improvements can be made.
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Como já dissemos antes, a Economia precisa de território para se instalar e funcionar. Isto não deveria requerer nenhuma demonstração especial, dado ser a Economia feita por e para as comunidades humanas, e estas necessitarem de espaço para se instalar e para explorar. Contudo, (e ainda a propósito de Pareto e da sua Distribuição) há quem julgue ter descoberto uma Nova Economia na Cauda Longa das curvas da Oferta e da Procura que não precisa de existir no espaço físico, mas apenas no espaço virtual. Estes teóricos, eles próprios com a cabeça já no virtual, deveriam sujeitar-se a (apenas) uma semana experimental em que tentariam sobreviver somente com música, vídeos e... refeições virtuais.
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Podemos agora voltar à nossa própria questão.
Espaço sem actividade económica é coisa que não falta agora em Portugal – muito graças a... a... inqualificáveis “políticas de desenvolvimento agrícola” subsidiadas pela CEE, agora chamada UE.
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E gente? Temos gente?

(continua)

Nota: Descubra a resposta no próximo post.

Este texto foi publicado também aqui.

Pareto e a saída do pântano económico em Portugal. (2)

zedeportugal 26/08/2009 @ 17:49

Densidade populacional em Portugal(continuação daqui)

É simples.

Basta levar os portugueses a ter vontade de ocupar o seu próprio território, emigrar cá dentro, inverter o processo de desertificação populacional do país: Portugal tem agora aproximadamente 80 por cento da sua população em apenas 20 por cento do seu espaço territorial.

(Aplica-se aqui, directamente, o conhecido Princípio de Pareto ou regra dos 80-20.)

Mas, isso é impossível! – dirão alguns dos meus (poucos) leitores.

(Se aquilo que me move fosse um socialista desejo de poder, seria este o momento de parar este texto e declarar: - Caros concidadãos, tenho a solução para este grave problema da sociedade portuguesa, bastando que me elejam com maioria absoluta para que eu possa pô-la em prática.)

Não é. E, eu (como sou parvo) vou postar aqui a solução. A seguir...

(continua)

Nota: Clique na imagem para ver maior.

Este texto foi publicado também aqui.

(boas) Lições de Economia política - 1

zedeportugal 12/08/2009 @ 02:04

Schumacher’s Teachings*

H. Bosh -The Pedlar (Homo Viator) - 1505

«Homo viator

“It is when we come to politics,” Schumacher insisted, “that we can no longer postpone or avoid the question regarding man's ultimate aim and purpose.” If one believes in God one will pursue politics “mindful of the eternal destiny of man and of the truths of the Gospel”. However, if one believes “that there are no higher obligations”, it becomes impossible to resist the appeal of Machiavellianism—“politics as the art of gaining and maintaining power so that you and your friends can order the world as they like it”(2). Once one accepted that man was created by God with a designated purpose, politics, economics and art had value only for the end of helping man reach a higher plane of existence, which should be his goal (2).

By the end of the fifties Schumacher had reached the conclusion that man was homo viator (a pilgrim on a journey). He believed that it was the failure to recognize this fact which led to society's ills (2).»

 

Tradução expedita:

Homo viator

"É quando chegamos à política", insistiu Schumacher, "que não podemos continuar a adiar ou evitar a pergunta sobre o objectivo último e a derradeira finalidade do ser humano". Se alguém crê em Deus irá seguir a política "atento ao destino eterno do Homem e das verdades do Evangelho ". No entanto, se alguém acredita "que não existem obrigações maiores", torna-se impossível resistir ao apelo do Maquiavelismo - " a política como arte da conquista e manutenção do poder, para que ele próprio e os seus amigos possam arranjar o mundo a seu bel-prazer"(2). Uma vez aceite que o Homem foi criado por Deus com um designado propósito, a política, a economia e a arte têm valor apenas pela sua finalidade de ajudá-lo a chegar a um plano superior de existência, o qual deve ser o seu objectivo (2).

No final dos anos cinquenta Schumacher tinha chegado à conclusão de que o homem foi [sempre] homo viator (um peregrino numa viagem). Ele acreditava que foi a incapacidade de reconhecer este facto que levou aos males da sociedade (2).

 

*na Wikipedia

Este texto foi também publicado aqui.