Uma cena paradigmática das práticas e intenções desta gente.
Agora, esqueçam-se e voltem a votar neles...
Agora, esqueçam-se e voltem a votar neles...
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Nota: Uma enorme endrómina que conglutina ministros e ex-ministros, aute letes e fri portes, novos aeroportos, novas pontes e linhas de tê-gê-vê, bancos de negócios, negócios de bancos e ofe chores, reais figurões e gentinha vulgar, industriais, comerciantes e afins, confederações e associações, lojas, agências e fundações... e, talvez mesmo (quiçá?), cavalos, anões e mulheres nuas. Uma co-produção luso-britânica que tem tido grandes problemas na montagem por causa do desaparecimento de partes importantes da película.
É que só não vê, quem não quiser mesmo ver: aqui, aqui, aqui e ainda aqui, aqui e aqui.

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Ontem à noite, a fantástica equipa unitária de disaineres e criativos de Um Jardim no Deserto (trêide marque) decidiu, por maioria absoluta de um, levar a cabo um intenso breine setormingue no sentido de criar um novo e mais poderoso autedore para a campanha "avançar portugal" do euróico inginheiro.
Os resultados ficam aqui há à disposição do dito, de forma absolutamente graciosa. Porque ele merece!


PS: Esta equipa sabe que neste momento seria difícil vir a substituir os criativos (e já amigos, seguramente) que conduzem esta campanha, mas tem esperança que vossência se venha a lembrar desta oferta completamente desinteressada quando, daqui a 4 anos, estiver a concorrer à CML em oposição ao seu arqui-adversário PSL.
Muito obrigadinho é o que esta equipa lhe deseja neste momento tão difícil... para alguns, que seguramente vossência lamenta.

Não apetece mesmo perguntar: - Então como é que atam os sapatos?
O erro está na utilização da palavra "nunca". Deveriam ter escrito simplesmente: "Não baixamos os braços".
A incompetência fica sempre muito cara - e isto também se aplica à publicidade mal feita.