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Categoria: LEGISLATIVO (ABUSO)

Os socialistas ibéricos estão profundamente doentes,

zedeportugal 13/11/2009 @ 13:28

psíquica e espiritualmente.Caim e Abel

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A junta da província espanhola da Extremadura decidiu promover uma campanha para promover a masturbação. Os responsáveis políticos da região decidiram incentivar uma sexualidade saudável entre os adolescentes através do encorajamento da prática sexual solitária. O slogan "O prazer está nas tuas mãos" dá o mote à campanha no valor de 14 mil euros e que passa por cartazes, folhetos, internet e workshops.
...
Uma vez que esta campanha se dirige a menores e afecta questões de índole moral, muitos pais consideram que há uma intromissão no papel de educador.
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No entanto, a região vizinha da Andaluzia já mostrou interesse em copiar o programa. Quem sabe um dia destes não chega também a Portugal...

(Governo da Extremadura incentiva masturbação, Mafalda Anjos, 12 de Nov de 2009, Expresso)

O cumprimento dos tempos está muito mais próximo do que alguma vez poderia imaginar-se nos mais ousados pensamentos.

Escreve, pois, as coisas que vês, as que estão a acontecer e as que vão acontecer, depois destas. (Ap. 1)

Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. (Ap. 2 e 3)

 

As ameaças aos cidadãos por parte das empresas monopolistas e de controle estatal em Portugal.

zedeportugal 05/11/2009 @ 13:08

Corporate bulliesO caso da EDP.

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Como vem acontecendo de há vários anos a esta parte e com alguma regularidade, a EDP ataca comercialmente (e literalmente) os seus clientes com pressões, ora positivas (promessas publicitárias), ora negativas (ameaças quanto às condições de prestação do serviço), para que esses mesmos clientes acabem por se sujeitar ao pagamento automático ou, melhor dito, por débito directo autorizado – veja aqui as razões (deles €€€) para tamanha fuçanguice.

 

Como acontece com frequência (e por mais que me queixe não consigo ver isto resolvido) recebi na minha caixa do correio no dia 26 de Outubro de 2009 uma factura da EDP com data limite de pagamento para o dia... 23 de Outubro, o que já significava um pagamento adicional para mim de 1,25 euros de uma coisa a que eles chamam “Mora/Juros atraso de pagamento” mas que é, afinal, um valor fixo que não depende do montante da factura.

 

Normalmente, lá vou eu pagar a coisa e reclamar novamente nos Correios de Portugal (outra empresa que tal) e costuma ficar por aqui. Mas desta vez a coisa foi um pouco mais longe. Apenas dois dias depois, a 28 de Outubro de 2009 recebo, na mesma caixa de correio, uma outra carta da EDP (datada exactamente de 28 de Outubro!) com o seguinte texto em assunto: “Atraso no pagamento. Suspensão do fornecimento de energia eléctrica.”.

 

A isto chama-se actualmente bulliyng comercial e é legalmente penalizado em muitos países civilizados.

 

A EDP é a maior empresa industrial portuguesa e detém o monopólio da distribuição (e o quase monopólio da produção) de electricidade em Portugal.

 

Pergunta-se: - Porque é que uma empresa com 9 milhões e 700 mil clientes e um resultado líquido acumulado de 750 milhões de euros só nos primeiros 9 meses deste ano trata assim os seus clientes – os particulares, aqueles que pagam sempre, ao contrário de muitos institucionais e empresariais (como p. ex. câmaras municipais e empresas públicas) que devem - e por vezes não chegam a pagar - somas enormes?

 

Resposta: - Obviamente, porque não tem concorrência!

 

Os portugueses foram mais uma vez enganados.

A liberalização do mercado de energia eléctrica em baixa tensão em vez de trazer a preconizada concorrência entre diversos fornecedores, trouxe um aprofundar do monopólio da EDP com o chamado MIBEL (Mercado Ibérico de Electricidade) e o OMIP (Operador do Mercado Ibérico de Energia- pólo português).

 

Resultado: os portugueses são mal servidos, maltratados, indecentemente enganados e pagam uma das energias eléctricas mais caras da Europa.

 

Quando é que os portugueses e, especialmente, as portuguesas, perceberão que isto tem que mudar? Que um governante ou um gestor público têm que ser mais que um fato de marca ou uma atitude dominadora? Que a competência, a honestidade e o sentido de serviço são absolutamente imprescindíveis àqueles a quem o povo soberano outorga o poder de tomar as decisões que moldam o destino do país?

 

O socialismo 'da treta' e o aumento da pobreza em Portugal.

zedeportugal 16/10/2009 @ 17:53

Treta de eliteEnquanto a comunicação social e a blogosfera se entretêm com as parvoíces que disse uma qualquer actriz brasileira loura há muito tempo atrás (quem terá encomendado esta manobra de diversão?), a realidade quotidiana dos portugueses continua a degradar-se a passos largos.

"Os portugueses continuam a empobrecer". A conclusão é da Assistência Médica Internacional de acordo com dados recolhidos no primeiro semestre do ano. Assistência Médica Internacional (AMI) diz que há uma nítida tendência para um crescente número de casos de pobreza e que a grande maioria das pessoas que pede auxílio encontra-se em plena idade activa, entre os 21 e os 59 anos de idade. ... (Pobreza em Portugal não pára de crescer, 2009-10-15, JN)

E porquê?

Desemprego e sobre-endividamento são as causas que estão por detrás da maioria dos novos casos da Cáritas. “O mais preocupante é que este problema tende a crescer e a agravar-se nos próximos meses”, reconheceu José Alves, responsável da Cáritas Diocesana de Aveiro, destacando os casos em que o chefe de família tinha um pequeno negócio que acaba por falir. “São famílias que, na maioria, eram financeiramente suportadas pelo pequeno negócio e que, de uma hora para a outra, se vêem sem nada e cheias de dívidas. Como não têm direito a subsídio de desemprego, é o caos”, refere. ... (Pobreza: Cada vez há mais famílias aflitas, 2009-10-16, Diário de Aveiro)

A actividade económica em Portugal está exangue. Os números dos casos de carência económica grave e das falências são assustadores.

A razão porque os efeitos da recessão não foram tão drasticamente visíveis em Portugal como noutros países é resultado do estado prévio quase inanimado da sua Economia, facto que foi muito bem aproveitado pelos anteriores (e próximos) primeiro-ministro e ministro da Finanças para demagogicamente fazerem crer que o país “não estava a sofrer como outros os efeitos da crise”. O arrefecimento de um organismo já frio é muito menos visível e doloroso que o arrefecimento de um organismo que estava quente; o problema é que esse organismo super arrefecido poderá nunca mais aquecer – a esse estado chama-se comatoso.

O que faz o governo entretanto?

As escolas do 1.º ciclo vão começar a distribuir até final do mês frutas e produtos hortícolas às crianças, ao abrigo de uma portaria que visa contribuir para a promoção de hábitos de consumo de alimentos benéficos para a saúde. A medida, de que vão beneficiar perto de 500 mil alunos, custará ao Estado cinco milhões de euros. ... (Escolas do 1.º ciclo vão distribuir frutas e legumes a 500 mil crianças, 13/10/2009, Público)

Com milhares de famílias em situação de desemprego, seguramente com crianças a passar fome, o paternal e todo poderoso Estado socialista gasta 5 milhões de euros a dar fruta aos meninos na Escola, em vez de investir na criação de condições de subsistência para essas famílias. Eis o paradigma económico socialista: gastar em vez de investir.

É revoltante e uma enorme injustiça para aqueles que lutam para conseguir suprir as necessidades dos seus filhos, e é também uma péssima lição de Economia às crianças, que passarão a desvalorizar tanto a fruta como o trabalho necessário para a obter.

Quem manda redigir e aprova esta portaria (deveria chamar-se, com toda a propriedade, porcaria) demonstra uma enorme ignorância pedagógica, didáctica e social. Só um indivíduo muito ignorante (ou muito estúpido) pode pensar que as boas práticas alimentares se conseguem à custa da distribuição gratuita – duas vezes por semana!  de um determinado tipo de alimentos na Escola.

Os maus hábitos alimentares vêm de casa, por más escolhas, maus exemplos, carências económicas e culturais. E, já agora, o que diz a portaria sobre a venda nos recintos escolares, nos bares e em máquinas automáticas, de uma imensa variedade de má comida (junk food)?

É isto o socialismo “da treta” – mais pragmaticamente explicado aqui.

Tem que dar-se razão ao que escreve Vasco de Graça Moura aqui.

 

A democracia está oficialmente morta na União Europeia.

zedeportugal 04/10/2009 @ 21:22
Democracy R.I.P.O primeiro-ministro Brian Cowen deu crédito aos irlandeses por terem escolhido "permanecer no coração da Europa".
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O desemprego é hoje de 12,6 por cento e 400 mil irlandeses estão inscritos nos centros de emprego. Talvez por isso não seja fácil encontrar festejos longe do Castelo de Dublin. Jackie, cabeleireira de 42 anos, está à espera do autocarro para regressar a casa depois de uma volta de sábado à tarde pelo centro das ruas pedonais e das lojas. Ainda não conhecia os resultados, mas fica aliviada. "Votei "sim" por causa da situação em que estamos. Pensei que era mais seguro."

(Vitória esmagadora do "sim" recebida com alívio numa Irlanda em crise, 03.10.2009, Sofia Lorena (Dublin), Público)
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A Europa vive agora numa Plutocracia Moderna.
(o artigo na Wikipedia em português é muito mau; se puder, leia-o em inglês)
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Os esforços de Raymond Crotty (para assegurar a consulta popular sobre alterações à Constuição irlandesa) foram em vão:
(…) More than 20 years ago the late Raymond Crotty won a case against the Irish Government which meant any EU rules that impacted on Ireland’s constitution must be approved by the people.
Mary Crotty said her father’s win has resulted in less than four million Irish people voting on behalf of half a billion Europeans on the Lisbon Treaty. (…)

(Daughter of referendum case winner urges ‘No’ vote, 30/09/2009, IOL News/Ireland On-Line)
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Numa primeira impressão, os vencedores deste referendo foram estes:
(…) Two multinationals - Ryanair and Intel - are spending huge sums on the campaign to encourage a Yes vote. (…) Between them, Ryanair and Intel have contributed €700,000 to the Yes campaign, and huge contributions from Europe are also pouring in. (…)
(Euro federalists bully us and buy our vote, 27 September 2009, by Tom McGurk, Irish Post)
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Mas se pensarmos mais cuidadosamente, podemos encontrar os verdadeiros vencedores desta votação:
(…) our consistent message is that Europeans must pool their efforts and resources.  We cannot continue to conduct the business of defence in separate national boxes.  The money is just no longer there, even in the biggest national defence budgets. (…)
(European Defence Industry Must Break Out of "National Boxes", EDA Chief Executive Nick Witney says, 9th International Exhibition of Defence & Security Technologies, IDET 2007)
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A Agência Europeia de Defesa (sigla: AED) é um organismo da União Europeia que visa ajudar a promover a coerência em lugar da fragmentação na capacidade de defesa e segurança da Europa, inclusive no que diz respeito a armamentos e equipamento, investigação e operações.
(o artigo na Wikipedia em português é muito mau; se puder, leia-o em inglês)

(…) While European defence budgets remain fragmented and massive duplication in research and development exists, the European defence industry has made some moves towards consolidation. British Aerospace was widely expected to merge with Germany’s DASA to form the first major European defence giant. Instead in 1999 BAe merged with another British company, GEC’s defence businesses (GEC-Marconi), to form BAE Systems which has tended to focus on the Anglo-American market. As a result, in 2000, DASA merged with Aerospatiale-Matra to form EADS. Further consolidation of the smaller defence firms cannot be ruled out.
In 2002 the formation of MBDA brought together the product portfolios of Aerospatiale Matra Missiles (of EADS), Alenia Marconi Systems missiles, and Matra BAe Dynamics to form Europe’s No. 1 missile manufacturer and No. 2 globally after Raytheon.
Other major players include:
AgustaWestland
BAE Systems
EUFOR
Dassault Aviation
Diehl BGT Defence
Eurocopter
Eurofighter International
Finmeccanica
Krauss-Maffei
MBDA
Rheinmetall
Rolls-Royce
Saab Bofors Dynamics
Snecma
Thales
ThyssenKrupp Marine Systems

(European Union defence procurement, Wikipedia)

Para completar esta tragédia só faltavam mesmo as brilhantes afirmações a seguir transcritas:
(...) Igualmente extraordinário foi o comentário de José Sócrates – extraordinário e revelador: “Essa notícia é muito importante para nós portugueses, muito importante para a Europa e também muito importante para mim.” (...)
(Editorial: Depois dos álibis, a mais crua realidade, 04.10.2009, José Manuel Fernandes, Público)

Bem dizia Cícero:
Omnium malorum stultitia est mater atque materies.

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Este artigo foi publicado primeiro aqui (totalmente em inglês).

Faz hoje 145 anos que foi firmado o verdadeiro Tratado de Lisboa,

zedeportugal 29/09/2009 @ 23:43

aquele que estabeleceu definitivamente, a maior parte das fronteiras entre dois países vizinhos mas soberanos: Portugal e Espanha.

O Tratado de Lisboa (ou Tratado dos Limites de Lisboa, além de Tratado de Tomás) foi um tratado firmado entre as duas monarquias da Península Ibérica em 29 de Setembro de 1864, pelo qual se fixaram definitivamente, em parte, as fronteiras ainda hoje vigentes entre Portugal e Espanha, desde a foz do Rio Minho até à confluência da Ribeira do Caia com o Rio Guadiana (os marcos fronteiriços daí até à foz do Odiana ficaram por assinalar neste primeiro Tratados dos Limites, em virtude de Portugal não reconhecer a ocupação espanhola do município de Olivença; ... (na Wikipedia)

Cento e quarenta e três anos depois, os socialistas usam o mesmo nome num Tratado Constitucional Federalista Europeu que fará desaparecer a soberania de Portugal, cuja ratificação está hoje dependente de um referendo... na Irlanda. Inacreditável!

O Tratado de Lisboa (também denominado Tratado Reformador) é o acordo ratificado pelos 27 Estados-membros da União Europeia, assinado em Lisboa, a 19 de Outubro de 2007, e que substitui a Constituição europeia de 2004. ... (na Wikipedia)

 

Um cartaz que causa indignação.

zedeportugal 29/09/2009 @ 01:54

Este é um cartaz da campanha para o sim irlandês ao referendo para adesão ao tratado constitucional para a União Europeia, eufemísticamente chamado Tratado de Lisboa para satisfazer a vaidade e o ego imenso do chefe do governo socialista que o apadrinhou aqui em Portugal. (clique na imagem para ver a sua origem)

 

Cartaz: Povinho faz o que te mandam.

Tradução do texto no balão: Povinho (arraia miúda, gentinha)! É simples. Façam aquilo que vos mandamos.

 

Isto é ou não é revoltante? Isto é ou não é uma indignidade? Isto é ou não é aviltante? Isto é ou não é uma falta de respeito pelo povo? Isto é ou não é um abuso de poder? Isto é ou não é um exemplo de atropelo à democracia?

Que parte do NÃO é que eles não percebem?

zedeportugal 17/09/2009 @ 18:19

 

NO means NO

Em 29 de Maio de 2005 o povo francês rejeitou a ratificação do “Tratado que Estabelece uma Constituição para a Europa”, com uma maioria de 55% de votos NÃO no referendo nacional então realizado. (1)

Três dias mais tarde o povo holandês confirmaria esta rejeição da ratificação do dito “Tratado” Constitucional, com uma maioria de 61% de votos NÃO no seu próprio referendo nacional. (2)

Não contentes com este resultado, os “europeístas” constituíram o chamado Grupo Amato, oficialmente designado Comité de Acção para a Democracia Europeia, um grupo de políticos “sábios”(!?) que começaram a re-escrever a Constituição Europeia NÃO oficialmente, isto é, sem qualquer mandato oficial da instâncias europeias. O resultado desta iniciativa “altruísta” seria aquilo que agora é conhecido como Tratado de Lisboa, (como sabem, grandemente patrocinado pelo vaidoso licenciado em engenharia socialista, que encheu a boca – e sabe-se lá o que mais – com a promoção da coisa), o qual não sendo um texto constitucional concede a si mesmo a faculdade de nisso se transformar com toda a facilidade e sem qualquer consulta popular - plebiscito ou referendo. (3, 4)

Para conseguirem levar a cabo este verdadeiro golpe de Estado (ou melhor, golpe de Estados) os governos de todos os países da EU acordaram em não realizar qualquer referendo nacional sobre o assunto, com uma única excepção (e para grande desgosto dos “comissionistas” da união): o governo irlandês não pôde fazê-lo por ser formalmente proibido na Constituição do país – através de uma norma resultante de uma decisão do Supremo Tribunal da Irlanda. (5)

Em 12 de Junho de 2008, a maioria do povo irlandês (53,5%) responderia NÃO à proposta de emenda da sua constituição que permitiria a ratificação do Tratado de Lisboa também pela Irlanda. (6)

O POVO IRLANDÊS FOI O ÚNICO A SER CONSULTADO E DISSE NÃO.

Segundo o anterior comissário europeu Charlie McCreevy, 95% dos Estados membros da União Europeia teriam que recusar o Tratado de Lisboa se realizassem referendos nacionais. (7)

Esta é ou não é uma Europa sem democracia?

Mas, tal como os parasitas, eles são muito persistentes e... lá estão a obrigar a Irlanda a novo referendo. Em resposta, eu adiro sem qualquer hesitação ao movimento NO means NO (NÃO quer dizer NÃO). Peço a todos os meus leitores que apreciem a questão e considerem a hipótese de o fazer também, dirigindo-se a esta página* (para esclarecimento) e assinando/divulgando a petição dirigida ao povo irlandês, pedindo-lhe que vote maioritariamente NÃO... OUTRA VEZ!

* Bastará um único pedido aqui na caixa de comentários e eu traduzirei com todo o gosto a página de esclarecimento e publicarei essa tradução neste meu blogue pessoal.

 

Governo socialista: uma síntese.

zedeportugal 22/07/2009 @ 17:49

Eis aquilo que verdadeiramente subjaz a acção governativa dos actuais socialistas no poder, chamem-se eles sócrates, zapatero ou outra coisa qualquer.

 

Mafalda liberdade proibir 1

Mafalda liberdade proibir 2

 

A verdadeira vocação de Portugal e...

zedeportugal 11/05/2009 @ 21:06

a grande provisão legislativa socialista na preparação desse grandioso futuro.

 

O amigo Jorge do Fliscorno publicava, em 8 de Junho de 2007, um postal intitulado O aeroporto da Europa contendo a imagem que se reproduz aqui a seguir.

 

Portugal aeroporto da Europa

 

Acredito que foi sem intenção que o fez, desconhecedor ainda das fórmulas peterianas de pensamento deste socretino governo. É que, não são ainda passados 2 anos sobre a data daquele postal e já o dito governo aprovou o quadro legal para aproveitar a inacreditável ideia do Jorge.

DL n.º 73/2009, de 31 de Março
REGIME JURÍDICO DA RESERVA AGRÍCOLA NACIONAL(versão actualizada)
(...)
Artigo 22.º
Utilização de áreas da RAN para outros fins
(...)
l) Obras de construção, requalificação ou beneficiação de infra-estruturas públicas rodoviárias, ferroviárias, aeroportuárias, de logística, de saneamento, de transporte e distribuição de energia eléctrica, de abastecimento de gás e de telecomunicações, bem como outras construções ou empreendimentos públicos ou de serviço público;

Só que os tipos do Google Country Vocation Search, distraídos ou incultos, nunca leram a conclusão da pessoana Mensagem:

Nem rei nem lei, nem paz nem guerra,
define com perfil e ser
este fulgor baço da terra
que é Portugal a entristecer –
brilho sem luz e sem arder,
como o que o fogo-fátuo encerra.

 

Ninguém sabe que coisa quere.
Ninguém conhece que alma tem,
nem o que é mal nem o que é bem.
(Que ância distante perto chora?)
Tudo é incerto e derradeiro.
Tudo é disperso, nada é inteiro.
Ó Portugal, hoje és nevoeiro...

 

Como toda a gente sabe, o nevoeiro é um factor muito limitante e mesmo impeditivo da utilização de um aeroporto. Assim, esta machadada na Reserva Agrícola Nacional para pouco servirá, porque actualmente a legislação PIN já permite aos amigos requerentes fazerem tudo o que querem, onde querem. Ou, haverá outros desígnios neste nevoeiro que é hoje Portugal?

O artigo 22, ali em cima,  fala em saneamento. Quiçá, a verdadeira vocação de Portugal seja a de cloaca da Europa?