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Categoria: POLÍTICA (BAIXA)

O optimismo socialista português começa a mostrar resultados...

zedeportugal 06/11/2009 @ 17:45

PatetaPortugal tem uma das taxas mais baixas de investimento directo estrangeiro, diz estudo da Ernst & Young
06/11/09, 07:24
OJE/Lusa

Imagem de Portugal junto de investidores internacionais piora em 2009, revela estudo
06/11/09, 07:34
OJE/Lusa

O pessimismo alemão também apresenta resultados!

Volte-face na venda da Opel escandaliza analistas alemães e provoca protestos dos trabalhadores
06/11/09, 07:19
OJE/Lusa

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Fritz Henderson, director-geral da GM, mostrou-se hoje "confiante" no plano de financiamento de reestruturação da Opel, avaliado em três mil milhões de dólares (cerca de dois mil milhões de euros), acrescentando que o grupo tem recursos para reembolsar o empréstimo de 1,5 mil milhões de euros concedido pelo governo alemão, que quer reaver esse montante "até ao fim de Novembro".
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Os norte-americanos sabem muito bem que um dos melhores e mais seguros lugares para investir neste momento é precisamente a Alemanha, com o seu governo de coligação entre democratas cristãos e liberais e toda a sua força industrial agora renovada (purgada) e preparada.
A Alemanha vai ser o primeiro país da união europeia a livrar-se da recessão, e fá-lo-á com a sua Economia reforçada e mais pujante do que antes. Todas as medidas ditas anti-crise da UE tiveram exactamente essa finalidade: tornar a Alemanha a potência económica europeia dominante na emergência pós crise.
Isto, mais ou menos em simultâneo com a entrada em vigor da Constituição Federal para a União Europeia convenientemente disfarçada sob o nome fictício de Tratado de Lisboa... Mas que grande coincidência!
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As ameaças aos cidadãos por parte das empresas monopolistas e de controle estatal em Portugal.

zedeportugal 05/11/2009 @ 13:08

Corporate bulliesO caso da EDP.

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Como vem acontecendo de há vários anos a esta parte e com alguma regularidade, a EDP ataca comercialmente (e literalmente) os seus clientes com pressões, ora positivas (promessas publicitárias), ora negativas (ameaças quanto às condições de prestação do serviço), para que esses mesmos clientes acabem por se sujeitar ao pagamento automático ou, melhor dito, por débito directo autorizado – veja aqui as razões (deles €€€) para tamanha fuçanguice.

 

Como acontece com frequência (e por mais que me queixe não consigo ver isto resolvido) recebi na minha caixa do correio no dia 26 de Outubro de 2009 uma factura da EDP com data limite de pagamento para o dia... 23 de Outubro, o que já significava um pagamento adicional para mim de 1,25 euros de uma coisa a que eles chamam “Mora/Juros atraso de pagamento” mas que é, afinal, um valor fixo que não depende do montante da factura.

 

Normalmente, lá vou eu pagar a coisa e reclamar novamente nos Correios de Portugal (outra empresa que tal) e costuma ficar por aqui. Mas desta vez a coisa foi um pouco mais longe. Apenas dois dias depois, a 28 de Outubro de 2009 recebo, na mesma caixa de correio, uma outra carta da EDP (datada exactamente de 28 de Outubro!) com o seguinte texto em assunto: “Atraso no pagamento. Suspensão do fornecimento de energia eléctrica.”.

 

A isto chama-se actualmente bulliyng comercial e é legalmente penalizado em muitos países civilizados.

 

A EDP é a maior empresa industrial portuguesa e detém o monopólio da distribuição (e o quase monopólio da produção) de electricidade em Portugal.

 

Pergunta-se: - Porque é que uma empresa com 9 milhões e 700 mil clientes e um resultado líquido acumulado de 750 milhões de euros só nos primeiros 9 meses deste ano trata assim os seus clientes – os particulares, aqueles que pagam sempre, ao contrário de muitos institucionais e empresariais (como p. ex. câmaras municipais e empresas públicas) que devem - e por vezes não chegam a pagar - somas enormes?

 

Resposta: - Obviamente, porque não tem concorrência!

 

Os portugueses foram mais uma vez enganados.

A liberalização do mercado de energia eléctrica em baixa tensão em vez de trazer a preconizada concorrência entre diversos fornecedores, trouxe um aprofundar do monopólio da EDP com o chamado MIBEL (Mercado Ibérico de Electricidade) e o OMIP (Operador do Mercado Ibérico de Energia- pólo português).

 

Resultado: os portugueses são mal servidos, maltratados, indecentemente enganados e pagam uma das energias eléctricas mais caras da Europa.

 

Quando é que os portugueses e, especialmente, as portuguesas, perceberão que isto tem que mudar? Que um governante ou um gestor público têm que ser mais que um fato de marca ou uma atitude dominadora? Que a competência, a honestidade e o sentido de serviço são absolutamente imprescindíveis àqueles a quem o povo soberano outorga o poder de tomar as decisões que moldam o destino do país?

 

A grande corporação bancária em Portugal.

zedeportugal 01/11/2009 @ 04:06

Me engana que eu gostoImaginem que firmam um contrato de prestação de serviços que estabelece determinadas condições e custos correspondentes. Imaginem que passado algum tempo, a parte contratada decide, unilateralmente, mudar as condições e os custos dessa prestação de serviços. Imaginem que, para além disso, a parte contratada não vos avisa dessa mudança. Imaginem, finalmente, que concederam à parte contratada acesso a cobrança directa na vossa conta bancária do custo dos tais serviços contratados e ela o faz sem vos avisar antes, sem vos enviar qualquer factura ou nota de cobrança, pelo que vocês só sabem o montante cobrado... depois da cobrança.

Isto é possível? Não só é possível, como – pelos vistos – parece ser completamente legal.

Como muitos já terão percebido (por experiência própria) fala-se aqui da actividade bancária, apenas na sua vertente mais simples da guarda do vosso dinheiro – cujo uso e usufruto fica, na maior parte dos casos, completamente e discricionariamente à disposição do guardador, o banco.

Imaginem, para cúmulo, que se a vossa conta estiver sem ser movimentada há muito tempo e não dispuser do montante necessário para cobrir os tais custos acrescidos (de que não foram avisados), a parte contratada cobra-se a si mesma e transforma, sem vos avisar, esse montante em débito (dívida) e começa a cobrar  o que muito bem entende (de juros) sobre esse débito.

E isso, é possível? Espantosamente, tudo leva a crer que sim.

E não reclamou o indígena? Claro, por várias vezes.

1º reclamação, 22 de Outubro de 2008, resposta do BdP em 19 de Dezembro de 2008:

Na sequência da reclamação de V. Exa. e do procedimento previsto pelo Decreto-Lei n.º 156/2005, de 15 de Setembro, foi-nos comunicado pela instituição de crédito que se encontra esclarecido e resolvido com V. Exa. o assunto que deu origem à referida reclamação.

Com esta comunicação fica encerrada a intervenção do Banco de Portugal no processo de reclamação.

2ª reclamação, 14 de Janeiro de 2009, resposta do BdP em  8 de Abril de 2009:

Na sequência da reclamação de V. Exa. e do procedimento previsto pelo Decreto-Lei n.º 156/2005, de 15 de Setembro, foi-nos comunicado pela instituição de crédito que se encontra esclarecido e resolvido com V. Exa. o assunto que deu origem à referida reclamação.

Com esta comunicação fica encerrada a intervenção do Banco de Portugal no processo de reclamação.

(Não, não é engano: é igualzinha à anterior. Será uma minuta?)

3ª reclamação, 28 de Agosto de 2009, resposta do BdP em 15 de Setembro de 2009:

... analisada a matéria objecto da reclamação e ouvida a entidade reclamada, de acordo com o procedimento previsto no Decreto-Lei n.º 156/2005, de 15 de Setembro, não foram colhidos indícios de que a mesma entidade tenha violado normas específicas da actividade das instituições de crédito ou quaisquer outros elementos que justifiquem a actuação do Banco de Portugal.

Com esta comunicação fica concluído o processo de reclamação iniciado por V. Exa..

Eis as respostas que o Banco de Portugal dá ao cidadão queixoso, ao contribuinte que o sustenta: “foi-nos comunicado pela instituição de crédito que se encontra esclarecido e resolvido o assunto” (uma mentira) ou “ouvida a entidade reclamada, ..., não foram colhidos indícios de que a mesma entidade tenha violado norma específicas” (colhidos indícios?!).

Ainda bem que estes senhores muito bem pagos lá estão a zelar denodadamente pelos interesses dos portugueses (se não de todos, pelo menos de alguns de grande qualidade):

BdP abre inquérito a Armando Vara, diz imprensa

Banco de Portugal averigua mas não pode suspender

 

No dia seguinte ao da tomada de posse

zedeportugal 27/10/2009 @ 02:57

do governo socialista recauchutado, eis a frase do ano:

 

José Sócrates está para a política como Tony Carreira está para a música.

 

Pimba

 

Agora, só falta aqui é... cimento!

zedeportugal 24/10/2009 @ 18:47
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Como é curta a memória deste povo!
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O vídeo de anúncio do documentário Pare, Escute, Olhe foi encontrado aqui, no blogue Risco Contínuo.

No mesmo blogue, recomenda-se também a leitura do postal Iniciativa de aplaudir!...
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O socialismo 'da treta' e o aumento da pobreza em Portugal.

zedeportugal 16/10/2009 @ 17:53

Treta de eliteEnquanto a comunicação social e a blogosfera se entretêm com as parvoíces que disse uma qualquer actriz brasileira loura há muito tempo atrás (quem terá encomendado esta manobra de diversão?), a realidade quotidiana dos portugueses continua a degradar-se a passos largos.

"Os portugueses continuam a empobrecer". A conclusão é da Assistência Médica Internacional de acordo com dados recolhidos no primeiro semestre do ano. Assistência Médica Internacional (AMI) diz que há uma nítida tendência para um crescente número de casos de pobreza e que a grande maioria das pessoas que pede auxílio encontra-se em plena idade activa, entre os 21 e os 59 anos de idade. ... (Pobreza em Portugal não pára de crescer, 2009-10-15, JN)

E porquê?

Desemprego e sobre-endividamento são as causas que estão por detrás da maioria dos novos casos da Cáritas. “O mais preocupante é que este problema tende a crescer e a agravar-se nos próximos meses”, reconheceu José Alves, responsável da Cáritas Diocesana de Aveiro, destacando os casos em que o chefe de família tinha um pequeno negócio que acaba por falir. “São famílias que, na maioria, eram financeiramente suportadas pelo pequeno negócio e que, de uma hora para a outra, se vêem sem nada e cheias de dívidas. Como não têm direito a subsídio de desemprego, é o caos”, refere. ... (Pobreza: Cada vez há mais famílias aflitas, 2009-10-16, Diário de Aveiro)

A actividade económica em Portugal está exangue. Os números dos casos de carência económica grave e das falências são assustadores.

A razão porque os efeitos da recessão não foram tão drasticamente visíveis em Portugal como noutros países é resultado do estado prévio quase inanimado da sua Economia, facto que foi muito bem aproveitado pelos anteriores (e próximos) primeiro-ministro e ministro da Finanças para demagogicamente fazerem crer que o país “não estava a sofrer como outros os efeitos da crise”. O arrefecimento de um organismo já frio é muito menos visível e doloroso que o arrefecimento de um organismo que estava quente; o problema é que esse organismo super arrefecido poderá nunca mais aquecer – a esse estado chama-se comatoso.

O que faz o governo entretanto?

As escolas do 1.º ciclo vão começar a distribuir até final do mês frutas e produtos hortícolas às crianças, ao abrigo de uma portaria que visa contribuir para a promoção de hábitos de consumo de alimentos benéficos para a saúde. A medida, de que vão beneficiar perto de 500 mil alunos, custará ao Estado cinco milhões de euros. ... (Escolas do 1.º ciclo vão distribuir frutas e legumes a 500 mil crianças, 13/10/2009, Público)

Com milhares de famílias em situação de desemprego, seguramente com crianças a passar fome, o paternal e todo poderoso Estado socialista gasta 5 milhões de euros a dar fruta aos meninos na Escola, em vez de investir na criação de condições de subsistência para essas famílias. Eis o paradigma económico socialista: gastar em vez de investir.

É revoltante e uma enorme injustiça para aqueles que lutam para conseguir suprir as necessidades dos seus filhos, e é também uma péssima lição de Economia às crianças, que passarão a desvalorizar tanto a fruta como o trabalho necessário para a obter.

Quem manda redigir e aprova esta portaria (deveria chamar-se, com toda a propriedade, porcaria) demonstra uma enorme ignorância pedagógica, didáctica e social. Só um indivíduo muito ignorante (ou muito estúpido) pode pensar que as boas práticas alimentares se conseguem à custa da distribuição gratuita – duas vezes por semana!  de um determinado tipo de alimentos na Escola.

Os maus hábitos alimentares vêm de casa, por más escolhas, maus exemplos, carências económicas e culturais. E, já agora, o que diz a portaria sobre a venda nos recintos escolares, nos bares e em máquinas automáticas, de uma imensa variedade de má comida (junk food)?

É isto o socialismo “da treta” – mais pragmaticamente explicado aqui.

Tem que dar-se razão ao que escreve Vasco de Graça Moura aqui.

 

Is everybody crazy?

zedeportugal 09/10/2009 @ 19:18

05 October 2009

Barack Obama cancels meeting with Dalai Lama 'to keep China happy'

President Barack Obama has refused to meet the Dalai Lama in Washington this week in a move to curry favour with the Chinese. ...

 

09 October 2009

President Barack Obama wins Nobel Peace Prize

President Barack Obama won the 2009 Nobel Peace Prize on Friday in a stunning decision designed to build momentum behind his initiatives ...

Perhaps it makes some sense what this dude says?

O futuro orweliano dos povos da Federação Europeia.

zedeportugal 08/10/2009 @ 19:25

Big BrotherA glimpse on EU people’s Orwellian future

European illuminati illuminated unelected leaders are already preparing some goodies for their serfs citizens. ...

Nota: Para quem não lê inglês, no final do post existe um linque para um elucidativo artigo do Público sobre o mesmo assunto

Este destaque foi também publicado aqui.

5 de Outubro de 2009: Um discurso só com imagens.

zedeportugal 05/10/2009 @ 15:58

(Clique nas imagens pela ordem indicada)

1.Centenário da República

2.Transparência na A.P. - sítio

3.Centenário da República - despesa parcial 2009

4.Henrique Cayatte

5.blogue 5 dias

6.Interrogação   Logótipo do PS

7.A porca da política

A democracia está oficialmente morta na União Europeia.

zedeportugal 04/10/2009 @ 21:22
Democracy R.I.P.O primeiro-ministro Brian Cowen deu crédito aos irlandeses por terem escolhido "permanecer no coração da Europa".
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O desemprego é hoje de 12,6 por cento e 400 mil irlandeses estão inscritos nos centros de emprego. Talvez por isso não seja fácil encontrar festejos longe do Castelo de Dublin. Jackie, cabeleireira de 42 anos, está à espera do autocarro para regressar a casa depois de uma volta de sábado à tarde pelo centro das ruas pedonais e das lojas. Ainda não conhecia os resultados, mas fica aliviada. "Votei "sim" por causa da situação em que estamos. Pensei que era mais seguro."

(Vitória esmagadora do "sim" recebida com alívio numa Irlanda em crise, 03.10.2009, Sofia Lorena (Dublin), Público)
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A Europa vive agora numa Plutocracia Moderna.
(o artigo na Wikipedia em português é muito mau; se puder, leia-o em inglês)
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Os esforços de Raymond Crotty (para assegurar a consulta popular sobre alterações à Constuição irlandesa) foram em vão:
(…) More than 20 years ago the late Raymond Crotty won a case against the Irish Government which meant any EU rules that impacted on Ireland’s constitution must be approved by the people.
Mary Crotty said her father’s win has resulted in less than four million Irish people voting on behalf of half a billion Europeans on the Lisbon Treaty. (…)

(Daughter of referendum case winner urges ‘No’ vote, 30/09/2009, IOL News/Ireland On-Line)
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Numa primeira impressão, os vencedores deste referendo foram estes:
(…) Two multinationals - Ryanair and Intel - are spending huge sums on the campaign to encourage a Yes vote. (…) Between them, Ryanair and Intel have contributed €700,000 to the Yes campaign, and huge contributions from Europe are also pouring in. (…)
(Euro federalists bully us and buy our vote, 27 September 2009, by Tom McGurk, Irish Post)
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Mas se pensarmos mais cuidadosamente, podemos encontrar os verdadeiros vencedores desta votação:
(…) our consistent message is that Europeans must pool their efforts and resources.  We cannot continue to conduct the business of defence in separate national boxes.  The money is just no longer there, even in the biggest national defence budgets. (…)
(European Defence Industry Must Break Out of "National Boxes", EDA Chief Executive Nick Witney says, 9th International Exhibition of Defence & Security Technologies, IDET 2007)
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A Agência Europeia de Defesa (sigla: AED) é um organismo da União Europeia que visa ajudar a promover a coerência em lugar da fragmentação na capacidade de defesa e segurança da Europa, inclusive no que diz respeito a armamentos e equipamento, investigação e operações.
(o artigo na Wikipedia em português é muito mau; se puder, leia-o em inglês)

(…) While European defence budgets remain fragmented and massive duplication in research and development exists, the European defence industry has made some moves towards consolidation. British Aerospace was widely expected to merge with Germany’s DASA to form the first major European defence giant. Instead in 1999 BAe merged with another British company, GEC’s defence businesses (GEC-Marconi), to form BAE Systems which has tended to focus on the Anglo-American market. As a result, in 2000, DASA merged with Aerospatiale-Matra to form EADS. Further consolidation of the smaller defence firms cannot be ruled out.
In 2002 the formation of MBDA brought together the product portfolios of Aerospatiale Matra Missiles (of EADS), Alenia Marconi Systems missiles, and Matra BAe Dynamics to form Europe’s No. 1 missile manufacturer and No. 2 globally after Raytheon.
Other major players include:
AgustaWestland
BAE Systems
EUFOR
Dassault Aviation
Diehl BGT Defence
Eurocopter
Eurofighter International
Finmeccanica
Krauss-Maffei
MBDA
Rheinmetall
Rolls-Royce
Saab Bofors Dynamics
Snecma
Thales
ThyssenKrupp Marine Systems

(European Union defence procurement, Wikipedia)

Para completar esta tragédia só faltavam mesmo as brilhantes afirmações a seguir transcritas:
(...) Igualmente extraordinário foi o comentário de José Sócrates – extraordinário e revelador: “Essa notícia é muito importante para nós portugueses, muito importante para a Europa e também muito importante para mim.” (...)
(Editorial: Depois dos álibis, a mais crua realidade, 04.10.2009, José Manuel Fernandes, Público)

Bem dizia Cícero:
Omnium malorum stultitia est mater atque materies.

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Este artigo foi publicado primeiro aqui (totalmente em inglês).