Explicação sucinta do Estado social socialista.
(Tradução/resumo)
Há quatro maneiras de gastar dinheiro:
1ª. Pode gastar o seu dinheiro consigo próprio. Quando faz isso toma muita atenção às suas escolhas e tenta tirar o máximo partido do seu dinheiro.
2ª. Pode também gastar o seu dinheiro com outra pessoa. Como, por exemplo, quando compra uma prenda de aniversário para alguém. Então, terá menos cuidado com o que escolhe e mais com o que gasta.
3ª. Pode ainda gastar o dinheiro de outra pessoa consigo mesmo. E, se assim fizer, então seguramente terá um excelente almoço!
4ª. Finalmente, pode gastar o dinheiro de outra pessoa com outras pessoas. E, se for esse o caso, não se preocupará com o que gasta nem com o que obtém.
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*Depois de amanhã, 16 de Novembro de 2009, terão passado exactamente três anos sobre a data do seu falecimento.
O vídeo e o seu resumo escrito (em inglês) foram encontrados aqui.
Os socialistas ibéricos estão profundamente doentes,
psíquica e espiritualmente.
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A junta da província espanhola da Extremadura decidiu promover uma campanha para promover a masturbação. Os responsáveis políticos da região decidiram incentivar uma sexualidade saudável entre os adolescentes através do encorajamento da prática sexual solitária. O slogan "O prazer está nas tuas mãos" dá o mote à campanha no valor de 14 mil euros e que passa por cartazes, folhetos, internet e workshops.
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Uma vez que esta campanha se dirige a menores e afecta questões de índole moral, muitos pais consideram que há uma intromissão no papel de educador.
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No entanto, a região vizinha da Andaluzia já mostrou interesse em copiar o programa. Quem sabe um dia destes não chega também a Portugal...
(Governo da Extremadura incentiva masturbação, Mafalda Anjos, 12 de Nov de 2009, Expresso)
O cumprimento dos tempos está muito mais próximo do que alguma vez poderia imaginar-se nos mais ousados pensamentos.
Escreve, pois, as coisas que vês, as que estão a acontecer e as que vão acontecer, depois destas. (Ap. 1)
Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. (Ap. 2 e 3)
Coisas que vêm à memória a propósito do processo 'Face Oculta'.
A democracia é o único sistema que permite destituir pacificamente, pela simples vontade dos eleitores, um bandido revelado no exercício do poder. Mas também é o único sistema que permite, com o voto consciente dos eleitores, elevar ou manter no poder um bandido consagrado.
(Miguel Sousa Tavares no jornal Público, em 5 de Março de 2004)
Nota: O que M. S. Tavares não diz é que se refere a esta espécie de democracia representativa que tem lugar em Portugal. Mas há outra forma de democracia que dificulta muito a corrupção política e permite aos cidadãos pedir contas aos políticos corruptos, bem como aos mentirosos e incumpridores.
Aditamento, em 15 de Novembro de 2009 (só agora descobri que esta crónica estava publicada on-line):
Cronologia de um golpe
Por Pedro Lomba
Humility - Humildade (2)
Sentando-se, chamou os Doze e disse-lhes: «Se alguém quiser ser o primeiro, há-de ser o último de todos e o servo de todos.»
(Marcos 9, 35)
Humility - Humildade (1)
O optimismo socialista português começa a mostrar resultados...
Portugal tem uma das taxas mais baixas de investimento directo estrangeiro, diz estudo da Ernst & Young
06/11/09, 07:24
OJE/Lusa
Imagem de Portugal junto de investidores internacionais piora em 2009, revela estudo
06/11/09, 07:34
OJE/Lusa
O pessimismo alemão também apresenta resultados!
Volte-face na venda da Opel escandaliza analistas alemães e provoca protestos dos trabalhadores
06/11/09, 07:19
OJE/Lusa
Fritz Henderson, director-geral da GM, mostrou-se hoje "confiante" no plano de financiamento de reestruturação da Opel, avaliado em três mil milhões de dólares (cerca de dois mil milhões de euros), acrescentando que o grupo tem recursos para reembolsar o empréstimo de 1,5 mil milhões de euros concedido pelo governo alemão, que quer reaver esse montante "até ao fim de Novembro".
As ameaças aos cidadãos por parte das empresas monopolistas e de controle estatal em Portugal.
O caso da EDP.
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Como vem acontecendo de há vários anos a esta parte e com alguma regularidade, a EDP ataca comercialmente (e literalmente) os seus clientes com pressões, ora positivas (promessas publicitárias), ora negativas (ameaças quanto às condições de prestação do serviço), para que esses mesmos clientes acabem por se sujeitar ao pagamento automático ou, melhor dito, por débito directo autorizado – veja aqui as razões (deles €€€) para tamanha fuçanguice.
Como acontece com frequência (e por mais que me queixe não consigo ver isto resolvido) recebi na minha caixa do correio no dia 26 de Outubro de 2009 uma factura da EDP com data limite de pagamento para o dia... 23 de Outubro, o que já significava um pagamento adicional para mim de 1,25 euros de uma coisa a que eles chamam “Mora/Juros atraso de pagamento” mas que é, afinal, um valor fixo que não depende do montante da factura.
Normalmente, lá vou eu pagar a coisa e reclamar novamente nos Correios de Portugal (outra empresa que tal) e costuma ficar por aqui. Mas desta vez a coisa foi um pouco mais longe. Apenas dois dias depois, a 28 de Outubro de 2009 recebo, na mesma caixa de correio, uma outra carta da EDP (datada exactamente de 28 de Outubro!) com o seguinte texto em assunto: “Atraso no pagamento. Suspensão do fornecimento de energia eléctrica.”.
A isto chama-se actualmente bulliyng comercial e é legalmente penalizado em muitos países civilizados.
A EDP é a maior empresa industrial portuguesa e detém o monopólio da distribuição (e o quase monopólio da produção) de electricidade em Portugal.
Pergunta-se: - Porque é que uma empresa com 9 milhões e 700 mil clientes e um resultado líquido acumulado de 750 milhões de euros só nos primeiros 9 meses deste ano trata assim os seus clientes – os particulares, aqueles que pagam sempre, ao contrário de muitos institucionais e empresariais (como p. ex. câmaras municipais e empresas públicas) que devem - e por vezes não chegam a pagar - somas enormes?
Resposta: - Obviamente, porque não tem concorrência!
Os portugueses foram mais uma vez enganados.
A liberalização do mercado de energia eléctrica em baixa tensão em vez de trazer a preconizada concorrência entre diversos fornecedores, trouxe um aprofundar do monopólio da EDP com o chamado MIBEL (Mercado Ibérico de Electricidade) e o OMIP (Operador do Mercado Ibérico de Energia- pólo português).
Resultado: os portugueses são mal servidos, maltratados, indecentemente enganados e pagam uma das energias eléctricas mais caras da Europa.
Quando é que os portugueses e, especialmente, as portuguesas, perceberão que isto tem que mudar? Que um governante ou um gestor público têm que ser mais que um fato de marca ou uma atitude dominadora? Que a competência, a honestidade e o sentido de serviço são absolutamente imprescindíveis àqueles a quem o povo soberano outorga o poder de tomar as decisões que moldam o destino do país?
As the deer - psalm 42
Salmo 42
assim a minha alma suspira por ti, ó Deus.
A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo!
Quando poderei contemplar a face de Deus?
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Porque estás triste, minha alma, e te perturbas?
Confia em Deus: ainda o hei-de louvar.
Ele é o meu Deus e o meu salvador.
...
A grande corporação bancária em Portugal.
Imaginem que firmam um contrato de prestação de serviços que estabelece determinadas condições e custos correspondentes. Imaginem que passado algum tempo, a parte contratada decide, unilateralmente, mudar as condições e os custos dessa prestação de serviços. Imaginem que, para além disso, a parte contratada não vos avisa dessa mudança. Imaginem, finalmente, que concederam à parte contratada acesso a cobrança directa na vossa conta bancária do custo dos tais serviços contratados e ela o faz sem vos avisar antes, sem vos enviar qualquer factura ou nota de cobrança, pelo que vocês só sabem o montante cobrado... depois da cobrança.
Isto é possível? Não só é possível, como – pelos vistos – parece ser completamente legal.
Como muitos já terão percebido (por experiência própria) fala-se aqui da actividade bancária, apenas na sua vertente mais simples da guarda do vosso dinheiro – cujo uso e usufruto fica, na maior parte dos casos, completamente e discricionariamente à disposição do guardador, o banco.
Imaginem, para cúmulo, que se a vossa conta estiver sem ser movimentada há muito tempo e não dispuser do montante necessário para cobrir os tais custos acrescidos (de que não foram avisados), a parte contratada cobra-se a si mesma e transforma, sem vos avisar, esse montante em débito (dívida) e começa a cobrar o que muito bem entende (de juros) sobre esse débito.
E isso, é possível? Espantosamente, tudo leva a crer que sim.
E não reclamou o indígena? Claro, por várias vezes.
1º reclamação, 22 de Outubro de 2008, resposta do BdP em 19 de Dezembro de 2008:
Na sequência da reclamação de V. Exa. e do procedimento previsto pelo Decreto-Lei n.º 156/2005, de 15 de Setembro, foi-nos comunicado pela instituição de crédito que se encontra esclarecido e resolvido com V. Exa. o assunto que deu origem à referida reclamação.
Com esta comunicação fica encerrada a intervenção do Banco de Portugal no processo de reclamação.
2ª reclamação, 14 de Janeiro de 2009, resposta do BdP em 8 de Abril de 2009:
Na sequência da reclamação de V. Exa. e do procedimento previsto pelo Decreto-Lei n.º 156/2005, de 15 de Setembro, foi-nos comunicado pela instituição de crédito que se encontra esclarecido e resolvido com V. Exa. o assunto que deu origem à referida reclamação.
Com esta comunicação fica encerrada a intervenção do Banco de Portugal no processo de reclamação.
(Não, não é engano: é igualzinha à anterior. Será uma minuta?)
3ª reclamação, 28 de Agosto de 2009, resposta do BdP em 15 de Setembro de 2009:
... analisada a matéria objecto da reclamação e ouvida a entidade reclamada, de acordo com o procedimento previsto no Decreto-Lei n.º 156/2005, de 15 de Setembro, não foram colhidos indícios de que a mesma entidade tenha violado normas específicas da actividade das instituições de crédito ou quaisquer outros elementos que justifiquem a actuação do Banco de Portugal.
Com esta comunicação fica concluído o processo de reclamação iniciado por V. Exa..
Eis as respostas que o Banco de Portugal dá ao cidadão queixoso, ao contribuinte que o sustenta: “foi-nos comunicado pela instituição de crédito que se encontra esclarecido e resolvido o assunto” (uma mentira) ou “ouvida a entidade reclamada, ..., não foram colhidos indícios de que a mesma entidade tenha violado norma específicas” (colhidos indícios?!).
Ainda bem que estes senhores muito bem pagos lá estão a zelar denodadamente pelos interesses dos portugueses (se não de todos, pelo menos de alguns de grande qualidade):
BdP abre inquérito a Armando Vara, diz imprensa
Banco de Portugal averigua mas não pode suspender


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