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Todos os primeiros-ministros 'modernos' e 'europeístas' têm que ser mentirosos?

A Matter Of Trust

Irish PM Brian Cowen has announced there will not be another referendum if Ireland votes 'no' to the Lisbon Treaty tomorrow.
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But hang on, that's exactly what they said last time. Click here to see Dick Roche, Irish Europe Minister, suggesting ahead of the first Irish referendum that it was 'delusional' to say there would be a second referendum. (...)

(By Open Europe blog team, On Thursday, October 01, 2009)

 

Tradução expedita:

O primeiro-ministro irlandês Brian Cowen anunciou que  não haverá outro referendo se a Irlanda votar 'não' ao Tratado de Lisboa amanhã. (...)

Mas, espera aí, isso foi exactamente o que eles disseram da última vez. Clique aqui para ver o Dick Roche, ministro irlandês dos Assuntos Europeus, sugerindo que seria  'delirante' afirmar que poderia haver um segundo referendo. (...)

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Veja ainda este postComo nós todos estamos a pagar a campanha do 'sim' irlandês

Uma oração na manhã (em português).

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Faz hoje 145 anos que foi firmado o verdadeiro Tratado de Lisboa,

aquele que estabeleceu definitivamente, a maior parte das fronteiras entre dois países vizinhos mas soberanos: Portugal e Espanha.

O Tratado de Lisboa (ou Tratado dos Limites de Lisboa, além de Tratado de Tomás) foi um tratado firmado entre as duas monarquias da Península Ibérica em 29 de Setembro de 1864, pelo qual se fixaram definitivamente, em parte, as fronteiras ainda hoje vigentes entre Portugal e Espanha, desde a foz do Rio Minho até à confluência da Ribeira do Caia com o Rio Guadiana (os marcos fronteiriços daí até à foz do Odiana ficaram por assinalar neste primeiro Tratados dos Limites, em virtude de Portugal não reconhecer a ocupação espanhola do município de Olivença; ... (na Wikipedia)

Cento e quarenta e três anos depois, os socialistas usam o mesmo nome num Tratado Constitucional Federalista Europeu que fará desaparecer a soberania de Portugal, cuja ratificação está hoje dependente de um referendo... na Irlanda. Inacreditável!

O Tratado de Lisboa (também denominado Tratado Reformador) é o acordo ratificado pelos 27 Estados-membros da União Europeia, assinado em Lisboa, a 19 de Outubro de 2007, e que substitui a Constituição europeia de 2004. ... (na Wikipedia)

 

Um cartaz que causa indignação.

Este é um cartaz da campanha para o sim irlandês ao referendo para adesão ao tratado constitucional para a União Europeia, eufemísticamente chamado Tratado de Lisboa para satisfazer a vaidade e o ego imenso do chefe do governo socialista que o apadrinhou aqui em Portugal. (clique na imagem para ver a sua origem)

 

Cartaz: Povinho faz o que te mandam.

Tradução do texto no balão: Povinho (arraia miúda, gentinha)! É simples. Façam aquilo que vos mandamos.

 

Isto é ou não é revoltante? Isto é ou não é uma indignidade? Isto é ou não é aviltante? Isto é ou não é uma falta de respeito pelo povo? Isto é ou não é um abuso de poder? Isto é ou não é um exemplo de atropelo à democracia?

Gratitude (Gratidão).

...
Oh, the differences that often are between
What we want and what we really need
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So grant us peace, Jesus, grant us peace
Move our hearts to hear a single beat
Between alibis and enemies tonight
Or maybe not, not today
Peace might be another world away
And if that's the case . . .
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Apelo ao voto de todos(as) os(as) portugueses(as) no próximo domingo.

Este vídeo é um tremendo apelo ao voto verdadeiramente LIVRE - uma poderosa metáfora.
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Uma imagem da (in)capacidade de produzir riqueza em Portugal.

Nota prévia: Este quadro é basicamente o mesmo que o Jorge publicou aqui e aqui - com a origem e os acrescentos que ele próprio indica -, mostrando o contínuo da variação do crescimento do PIB em Portugal entre 1976 e 2009, a que foi acrescentada apenas informação correspondente a alguns períodos de recessão do PIB das principais economias mundiais com início dos EUA.

 

(450x398) Variação crescimento PIB Portugal 76-2009

clique na imagem para ver maior
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Algumas extrapolações possíveis directamente a partir do gráfico (pressupondo a correcção dos dados e da sua representação, alguns dos quais não foi possível confirmar):

1) A variação do crescimento do PIB em Portugal é fortemente influenciada pela variação do PIB das principais Economias mundiais, confirmando a extrema abertura e dependência externa da Economia portuguesa*;

2)  Os dois valores mais baixos de crescimento do PIB português neste intervalo (1984 e 2009) situam-se ambos em legislaturas  do (ou com o) partido socialista;

3) As inflexões positivas (recuperação) da taxa de crescimento da Economia portuguesa situam-se sempre em legislaturas do (ou com o) partido social democrata;

4) A entrada de Portugal no sistema de moeda única europeia não aparenta qualquer expressão na capacidade de criação de riqueza em Portugal;

5) O período de variação positiva mais forte do PIB português corresponde aos governos de iniciativa presidencial, constituídos entre finais de 1978 e 1980.

*a principal razão pela qual será ineficaz a tentativa de retoma económica a partir do investimento em grandes obras públicas, como tem sido afirmado por diversos economistas de diversos quadrantes políticos.

Comentário final: A avaliação de uma prestação de serviço público é feita, não pelas palavras auto-elogiosas, mas pelos resultados obtidos. Seria útil que o actual senhor ministro dos Impostos das Finanças e do Despesismo da Economia pudesse esmiuçar explicar os resultados da sua prestação nesta legislatura aos portugueses.

Este post foi também publicado aqui.

If I was not so perfectly sure of this:

Se eu não tivesse a perfeita certeza disto:

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today could have not been a nice day:

hoje podia não ter sido um dia bom:

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Hypocrites

23 Condenação do Farisaísmo (Mc 12,38-40; Lc 11,39-52; 20,45-47) - 1*Então, Jesus falou assim à multidão e aos seus discípulos: 2*«Os doutores da Lei e os fariseus instalaram-se na cátedra de Moisés. 3Fazei, pois, e observai tudo o que eles disserem, mas não imiteis as suas obras, pois eles dizem e não fazem. 4*Atam fardos pesados e insuportáveis e colocam-nos aos ombros dos outros, mas eles não põem nem um dedo para os deslocar. 5*Tudo o que fazem é com o fim de se tornarem notados pelos homens. Por isso, alargam as filactérias e alongam as orlas dos seus mantos. 6Gostam de ocupar o primeiro lugar nos banquetes e os primeiros assentos nas sinagogas. 7Gostam das saudações nas praças públicas e de serem chamados 'mestres' pelos homens. 8*Quanto a vós, não vos deixeis tratar por 'mestres', pois um só é o vosso Mestre, e vós sois todos irmãos.

Evangelho de S. Mateus

 

Propriedades psicológicas das cores: A asfixia cromática.

Too much pink is physically draining and can be somewhat emasculating.
Demasido cor-de-rosa é fisicamente debilitante e pode ser um bocado castrador.

Mapa rosa 2005

 

While pink's calming effect has been demonstrated, researchers of color psychology have found that this effect only occurs during the initial exposure to the color. When used in prisons, inmates often become even more agitated once they become accustomed to the color.
Embora o efeito calmante do cor-de-rosa tenha sido demonstrado, investigadores em psicologia das cores constataram que este efeito só ocorre durante o período inicial de exposição à cor. Quando é usado em prisões, os reclusos tornam-se com frequência ainda mais agitados quando se acostumam à referida cor.

Imagem copiada daqui.

Que parte do NÃO é que eles não percebem?

 

NO means NO

Em 29 de Maio de 2005 o povo francês rejeitou a ratificação do “Tratado que Estabelece uma Constituição para a Europa”, com uma maioria de 55% de votos NÃO no referendo nacional então realizado. (1)

Três dias mais tarde o povo holandês confirmaria esta rejeição da ratificação do dito “Tratado” Constitucional, com uma maioria de 61% de votos NÃO no seu próprio referendo nacional. (2)

Não contentes com este resultado, os “europeístas” constituíram o chamado Grupo Amato, oficialmente designado Comité de Acção para a Democracia Europeia, um grupo de políticos “sábios”(!?) que começaram a re-escrever a Constituição Europeia NÃO oficialmente, isto é, sem qualquer mandato oficial da instâncias europeias. O resultado desta iniciativa “altruísta” seria aquilo que agora é conhecido como Tratado de Lisboa, (como sabem, grandemente patrocinado pelo vaidoso licenciado em engenharia socialista, que encheu a boca – e sabe-se lá o que mais – com a promoção da coisa), o qual não sendo um texto constitucional concede a si mesmo a faculdade de nisso se transformar com toda a facilidade e sem qualquer consulta popular - plebiscito ou referendo. (3, 4)

Para conseguirem levar a cabo este verdadeiro golpe de Estado (ou melhor, golpe de Estados) os governos de todos os países da EU acordaram em não realizar qualquer referendo nacional sobre o assunto, com uma única excepção (e para grande desgosto dos “comissionistas” da união): o governo irlandês não pôde fazê-lo por ser formalmente proibido na Constituição do país – através de uma norma resultante de uma decisão do Supremo Tribunal da Irlanda. (5)

Em 12 de Junho de 2008, a maioria do povo irlandês (53,5%) responderia NÃO à proposta de emenda da sua constituição que permitiria a ratificação do Tratado de Lisboa também pela Irlanda. (6)

O POVO IRLANDÊS FOI O ÚNICO A SER CONSULTADO E DISSE NÃO.

Segundo o anterior comissário europeu Charlie McCreevy, 95% dos Estados membros da União Europeia teriam que recusar o Tratado de Lisboa se realizassem referendos nacionais. (7)

Esta é ou não é uma Europa sem democracia?

Mas, tal como os parasitas, eles são muito persistentes e... lá estão a obrigar a Irlanda a novo referendo. Em resposta, eu adiro sem qualquer hesitação ao movimento NO means NO (NÃO quer dizer NÃO). Peço a todos os meus leitores que apreciem a questão e considerem a hipótese de o fazer também, dirigindo-se a esta página* (para esclarecimento) e assinando/divulgando a petição dirigida ao povo irlandês, pedindo-lhe que vote maioritariamente NÃO... OUTRA VEZ!

* Bastará um único pedido aqui na caixa de comentários e eu traduzirei com todo o gosto a página de esclarecimento e publicarei essa tradução neste meu blogue pessoal.