O desprezo do Fisco pela lei e...
... pelos mais elementares direitos dos cidadãos.
É preciso atenção, muita atenção antes de se meter em qualquer negócio com a DGCI.
Para confirmar tudo isto, deve ler-se o postal Cuidado – Armadilha no site e-finanças/vendas pode ficar sem nada no fórum do excelente blogue do Pedro sobre finanças pessoais.
A partir de 2004, com a nomeação do odiento Paulo Macedo para director geral dos impostos pela então ministra das Finanças Manuela Leite, o Ministério das Finanças foi-se sucessivamente transformando numa espécie de Estado dentro do Estado e a DGCI passou a agir praticamente sem restrições legais. As decisões do director dos impostos tornaram-se inquestionáveis, mesmo as de legalidade mais duvidosa, fazendo crer que o cargo situa os seus ocupantes acima da lei. O que permite acreditar na eventual veracidade da acusação ao actual director, feita num comentário à notícia Fisco acciona alarme por causa da queda de penhoras, publicada no diário Agência Financeira de dia 19 de Março de 2008, que aqui transcrevo a seguir.
Augusto 2008-03-19 14:01
Esse senhor devia ter vergonha!!!!
O sr. Azevedo devia dar o exemplo,depois sim,exigir.
Venham averiguar os impostos que pagou da moradia que fez.
Tentou sempre fugir.....tenho essas provas,quantas facturas tem dos pedreiros,dos carpinteiros,dos canalizadores,dos serventes,etc,etc.
Sempre que lhe perguntavam se pretendia facturas,sabem a resposta do dito; Facturas,para quê...encher os cofres do Estado?????
Fala quem sabe!!!!!!
OB. espero que a sensura deixe passar esta minha acusação!!!!!
Oxalá alguém pudesse a ajudar o sr. Augusto, que parece ser uma pessoa simples, a conduzir esta informação ao lugar que se afigura mais conveniente para o exercício da acção penal em caso de lesão do interesse público - o Ministério Público.
Tags: fisco ilegalidade desrespeito descontrole impunidade negócio cidadãos
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Nojento, é o que eu consigo dizer, para não passar aos insultos.
Tudo isto é nojento!
Por experiência própria, infelizmente, sei bem que a Procuradoria Geral da República não se preocupa muito com as acusações e com os pedidos de justiça dos «pequenos»...
Com a DGCI ninguém se meta!
Pelo menos quem for pequeno...